Vamos lá.
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Eu não sou daqueles que ficam dizendo que o Brasileirão está só no começo, que ainda há muita coisa para acontecer nas próximas 35 Rodadas, que as equipes que estão disputando em paralelo a Copa do Brasil e a Libertadores priorizam estas competições em detrimento ao Brasileirão etc.
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Não. O Goiás perdeu as três partidas que disputou e, qualquer que seja a situação do Goiás ao final do Brasileirão, estes 9 pontos perdidos farão muita diferença.
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Mas, caríssima Leitorcedora esmeraldina, caríssimo Leitorcedor esmeraldino, há de se ter calma, no momento.
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O técnico Leão inicia um trabalho, alguns jogadores estão sendo contratados e outros ainda virão. Convenhamos, não é fácil implementar uma “filosofia de trabalho” (adoro estas frases feitas do jargão do Futebol) de uma noite para o dia.
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Comparando a performance da equipe do Goiás nestas três primeiras partidas, vê-se – claramente – que:
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1. não jogamos mal contra o Guarani;
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2. sentimos a correria dos reservas do Inter;
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3. jogamos bem contra o Botafogo.
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Temos que dar um voto de confiança para o técnico Leão, que precisa de tempo para “conhecer” os atletas em campo e mais tempo para poder arrumar o time. O elenco carece de jogadores, digamos, “acima da média”. Na minha opinião, o único jogador do grupo que tem este nível de qualidade técnica (e física) é o zagueiro Rafael Tolói. Pouco a pouco, o técnico Leão vai experimentando novas opções, que têm se mostrado melhores que as anteriores. Por exemplo, a entrada de Augusto na zaga foi acertada. Também, nesta partida contra o Botafogo, o novo meio de campo com os recém-chegados Hugo, Jonílson e Bernardo mostrou mais movimentação e mais posse de bola. Infelizmente, com a expulsão do goleiro Fábio, Hugo teve que ser sacrificado, para e entrada de Rodrigo Calaça, o que diminuiu a capacidade de manutenção da posse de bola no meio de campo. Mas, enquanto o meio de campo estava completo, o Goiás estava jogando bem melhor que a equipe do Botafogo.
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Contra o Guarani, o técnico Leão colocou o Goiás para jogar no esquema 4-4-2 e, posteriormente, contra o Inter, passou a jogar no esquema 3-5-2. Já contra o Botafogo, o esquema foi 3-6-1. Ora, isto só tem resultado se uma equipe está treinada há um bom tempo e se há no elenco, jogadores que possam realizar as funções específicas de cada um destes esquemas. Mas, o técnico está certo, pois não há outra opção que não seja a de testar estas formações durante a competição. Eu prefiro o esquema 3-5-2, que eu acho ser o mais “equilibrado”, contudo, há de se ter ótimos alas para este esquema ser eficiente, o que – no momento – não temos. A minha esperança é que o Douglas se recupere (emocionalmente) e volte a mostrar o futebol que jogou nas Seleções Brasileiras de base. Digo emocionalmente, pois nas últimas partidas em que Douglas jogou (pelo Goianão e Copa do Brasil), a torcida “pegou no pé”, como se ele fosse o único responsável pelo insucesso da equipe. Eu vejo o Douglas como um bom jogador, que ainda fará muito pelo Goiás. Acho que o técnico Leão deveria “bater um papo demorado” com o Douglas e colocá-lo novamente de titular. Douglas já jogou no meio de campo e nas duas alas, mas, na minha opinião, o Douglas tem que jogar na ala direita, ou seja, Wendel Santos ficaria de fora.
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O maior problema do Goiás é – atualmente – a ala esquerda. No Goianão e na Copa do Brasil, Jadílson não se apresentou da maneira que jogou na sua primeira passagem pelo Goiás e o Wellington Saci – MEU DEUS! – este jogador não serve, pois está mal fisicamente e seu apelido revela: só tem uma perna, a esquerda. Se fosse um Gerson, um Rivelino, um Pita, um Mário Sergio, tudo bem, mas seu futebolzinho está longe disto. A minha esperança é que o técnico Leão tenha perdido a paciência com o Wellington Saci. Pelas declarações do Leão após a partida contra o Botafogo, Leão deixou transparecer que não gostou do comportamento do Welington Saci, que foi expulso, cometendo uma falta desnecessária, quando já tinha cartão amarelo e “pediu” para levar o segundo.
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Outro problema do Goiás é o posicionamento da zaga. Com dois zagueiros, deixamos um buraco para o Guarani marcar o gol da vitória. Depois, já com três zagueiros, continuamos deixando espaços para os atacantes adversários. Isto tem que ser treinado, sistematicamente. O segredo de um bom esquema 3-5-2 são os 3 zagueiros sempre atentos à posição um dos outros dois. Contudo, estes 3 zagueiros só terão “sossego” se os alas voltarem para marcar, ou o meio de campo cobrir a lateral, quando os alas não estiverem lá. Há de se treinar bem tudo isto, mas, repito, com Wellington Saci de lateral, nós não estaremos somente com um pé a menos, estaremos com um jogador a menos.
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Já que estamos falando de experiências, eu gostaria muito de ver o Rafael Tolói de médio volante, no lugar do Amaral, que é outro que está devendo. Os três zagueiros seriam Augusto, Marcão e Ernando. Com Tolói à frente da zaga, com liberdade para atacar. O meio de campo seria complementado por Hugo, Bernardo. No ataque, Everton Santos e Jonílson. Como ainda não temos ala esquerdo, entaria o Douglas aí e mantém-se o Wendel Santos na ala direita.
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Para a próxima partida, ficaria assim: Rodrigo Calaça; Augusto, Marcão e Ernando; Wendel Santos, Rafael Tolói, Hugo, Bernardo e Douglas; Jonílson e Everton Santos.
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Qualquer que seja a nossa próxima formação, precisamos manter a calma, pois o time tem evoluído.
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As próximas três partidas são aqui no Serra Dourada: contra Ceará, o clássico local contra o Atlético Goianiense e contra o São Paulo.
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Com atenção e aplicação tática, há condição de não perder nenhuma destas partidas. Com calma, dá até para vencer duas destas.
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AL-Braço
AL-©haer
(poesia visuAL / "A Tática: Futebol" / Série "Futebol em Movimento")
( poesia visual / "Copa do Mundo" / Série "Futebol em Movimento" )
domingo, 23 de maio de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
"esses moços..."
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Imagino que o Dunga deve ter cantarolado o clássico do Lupicínio Rodrigues o dia inteiro:
"esses moços / pobres moços / ah! se soubessem o que eu sei"
A punição de Ganso e Neymar é o "recibo" de que o Dunga precisava.
Isto não foi um recibo. Foi uma Nota Fiscal eletrônica.
O Mundo é Assim. A Vida é Assim.
Ou, se preferirem:
Assim é o Mundo. Assim é a Vida.
Imagino que o Dunga deve ter cantarolado o clássico do Lupicínio Rodrigues o dia inteiro:
"esses moços / pobres moços / ah! se soubessem o que eu sei"
A punição de Ganso e Neymar é o "recibo" de que o Dunga precisava.
Isto não foi um recibo. Foi uma Nota Fiscal eletrônica.
O Mundo é Assim. A Vida é Assim.
Ou, se preferirem:
Assim é o Mundo. Assim é a Vida.
AL-Braço
AL-©haer
Não dá para esperar 21 de Novembro de 2010
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Caríssima Leitorcedora. Caríssimo Leitorcedor. Eu lhes pergunto: atualmente, qual é o sonho de consumo de um brasileiro apaixonado pelo Futebol? Não. Não é ver o time do Dunga ser Campeão do Mundo. Não. Permitam-me, mas o sonho de consumo de um brasileiro apaixonado pelo Futebol é assistir o atual time do Santos, ao vivo, no estádio.
Tenho um grande amigo de infância (muito mais que amigo, meu irmão!), o Dr. João Baptista de Alencastro. Já se vão 39 anos de convivência e cumplicidade. Nos últimos dois meses, nosso principal assunto foi Ganso, Neymar e Cia., ou seja, o time do Santos. Quando não assistimos juntos (pela TV) aos jogos do Santos, penduramo-nos ao telefone, comentando os lances em tempo real, cada um na sua casa.
Tanto o João Baptista quanto eu estávamos torcendo para uma final da Copa do Brasil entre Atlético-Go e Santos. Assim estaria garantido ver o time do Santos jogar três vezes aqui em Goiânia (uma pela “sonhada” final da Copa do Brasil e outras duas, contra o mesmo ACG e Goiás, pelo Brasileirão). Mas, a gente não se dá por satisfeitos, somente com estas partidas. Estamos pensando em ir a Santos, num destes finais de semana, só para ver “os meninos” lá na Vila Belmiro.
Hoje seria um grande dia para nós, João Baptista e eu. O Atlético Goianiense recebe o Santos, pelo Brasileirão, aqui no Serra Dourada. Seria.
Mas, infelizmente, antes de ontem, Ganso, Neymar, André e Madson resolveram “comemorar o aniversário” do Madson, na casa deste. Resultado da “festinha”: chegaram atrasados na concentração e foram punidos. Ganso, Neymar e André – “primários” – estão afastados da próxima partida do Santos e terão seus salários de maio reduzidos. Veja que “falta de sorte” a minha e a do João Baptista, justamente na partida contra o Atlético Goianiense, aqui em Goiânia. A punição de Madson – “reincidente” – foi mais pesada: a multa é maior e ele está “afastado” por tempo indeterminado (cogita-se até uma transferência para o Atlético-PR).
Ou seja, o Santos que vem jogar hoje em Goiânia é outro time. Não é aquele Santos que eu e o João Baptista sonhávamos ver jogar, ao vivo, no estádio.
Tanto eu, quanto o João Baptista somos muito ocupados, com nossas atividades profissionais (ele, Médico; eu, Engenheiro e Professor). A gente fala em ir à Vila Belmiro para ver o Santos jogar, mas pode ser que não dê certo.
Fui conferir a tabela do Brasileirão e o Santos virá novamente a Goiânia, somente na 36ª. Rodada, dia 21 de Novembro, para enfrentar o Goiás. Novembro está muito longe. Quem pode afirmar que, em Novembro, Ganso e Neymar estarão jogando no Santos?
Talvez seja melhor não ficar esperando 21 de Novembro.
João Baptista, tô achando que precisamos ir a São Paulo, dia 28 de julho, para ver o time do Santos, na primeira partida da final da Copa do Brasil. Urgente.
Dia 28 de julho é aniversário do João Baptista. O meu é duas semanas depois, dia 11 de agosto. Vamos ter que comemorar – juntos – dando-nos de presente ver o Santos jogar, ao vivo.
AL-Braço
AL-©haer
ACG na Copa do Brasil e pós-Copa do Brasil
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Primeiramente, é preciso dizer que o Atlético Clube Goianiense representou muito bem o Futebol Goiano nesta edição da Copa do Brasil.
Chegar à disputa da semi-final desta competição conferiu ao Atlético Goianiense mais um destaque merecido na mídia esportiva nacional. As recentes conquistas nacionais (Campeão da Série C em 2008 e o acesso à Série A em 2009), como consequência de uma expressiva recuperação em nível regional (em 2004, o ACG disputava a divisão de acesso para o Goianão; nos últimos três anos, disputou a fase final do Goianão, vencendo a edição de 2010), tudo isto mostra que o ACG tem colhido os frutos de um trabalho que tem sido bem administrado, neste período. Há cinco anos atrás, chegou-se a cogitar uma fusão do ACG com a equipe do Goiânia, como solução, mas, de uma forma surpreendente, o ACG quase que renasceu, chegando – em pouco tempo - ao bom momento atual.
Questiona-se a disparidade das equipes em vários confrontos da Copa do Brasil, questiona-se os critérios de distribuição de vagas (as conquistadas e os convidados), mas depois que foi destinada uma vaga para a Libertadores ao Campeão da Copa do Brasil, esta passou a ser uma competição importante para o calendário brasileiro. É o caminho mais curto para chegar à Libertadores. E, guardadas as “surpresas”, temos a partir das quartas de final, belos jogos entre grandes e tradicionais equipes do Futebol Brasileiro.
O Atlético Goianiense jogou muito bem contra o Palmeiras. Perdeu lá por 1 a 0, devolveu o placar aqui no jogo de volta, passando à semi-final pela disputa de pênaltis. O detalhe destes confrontos é que o ACG jogou bem melhor lá em São Paulo, apesar de ter perdido o jogo. Isto mostra que o ACG não se intimidou nem com a camisa do Palmeiras, nem com os quase 25 mim torcedores.
Veio a semi-final, contra o Vitória.
A primeira partida, aqui no Serra Dourada. Era esperado um jogo difícil, pois o Vitória não tinha chegado à semi-final por acidente. Mas todos nós sabíamos que o Atlético, jogando em casa, tinha que “fazer o resultado” (adoro estas frases), pois lá na Bahia, seria mais difícil ainda. O ACG venceu a partida de ida, por um magro 1 a 0. A impressão que ficou é que os jogadores do Atlético estiveram muito afoitos e ansiosos, o que revelou um pouco de instabilidade, quando foi exigido da equipe um maior poder de decisão.
Se olharmos apenas o resultado da partida de volta (4 a 0 para o Vitória), o placar não “conta” como o jogo transcorreu. A torcida do Vitória lotou o Barradão e não parava de incentivar seu time. O Vitória partiu para cima, mas o ACG se segurava. Há de se salientar que o ACG sentiu muito a ausência de Róbston e Elias, mas a experiência de Ramalho ajudava o time a se organizar. Antes do Vitória abrir o marcador, até que o time do Atlético seguia bem, com o resultado que lhe daria a classificação. O primeiro gol do Vitória demorou a sair. Mas o problema foi que o segundo gol saiu logp em seguida. Final do primeiro tempo: o Vitória vencia por 2 a 0, o que lhe garantia a classificação. No segundo tempo, não tinha outra solução para o Atlético. O ACG tinha que partir para cima para, no mínimo descontar. Uma derrota por 2 a 1 devolveria a classificação para a equipe goiana. Mesmo sem as suas maiores forças ofensivas e de criação (Róbston e Elias), o que se viu no segundo tempo foi um massacre do Atlético para cima do Vitória. A torcida do Vitória, que terminara o primeiro tempo de pé e cantando, estava sentada, calada e apreensiva com o que via. A equipe do Vitória sentia a pressão e, recuada e acuada, só se preocupava em se defender. Até que o time do Vitória tentava alguns contra-ataques pela direita, ocupando o espaço deixado pelo ala do Atlético, Thiago Feltri, que era mais um atacante, mas os atacantes do time baiano não tinham muita opção de jogadas, pois a equipe estava toda lá atrás. E o Atlético perdia um gol a trás do outro. Foram 40 minutos de pressão para cima do Vitória, sem contudo marcar pelo menos um golzinho.
Mas é Futebol. E Futebol é Futebol é Futebol é Futebol. E não deu outra: “quem não faz, leva”. Foi uma pena. Não a derrota, nem a classificação do Vitória, que teve os méritos de não perder por grande diferença de gols aqui em Goiânia e conseguiu se recuperar no jogo de volta. O que foi uma pena foi o resultado por goleada, pois o terceiro gol do Vitória saiu aos 41 do segundo tempo e o quarto gol, de pênalti, no último lance da partida, já no final dos acréscimos. O ACG não merecia ter perdido de goleada.
Agora, o ACG segue no Brasileirão. Enquanto estava disputando as fases decisivas da Copa do Brasil, pouca atenção foi dada aos resultados dos primeiros jogos do Brasileirão (empate em 0 a 0 contra o Grêmio, em Goiânia; derrota por 1 a 0 para o Fluminense, no Rio).
É preciso, então, analisar melhor as primeiras partidas do ACG, no Brasileirão. A equipe do Grêmio veio jogar apenas com um titular, o excelente goleiro Vitor. Vitor foi o melhor jogador da partida e o ACG não conseguiu marcar. Na segunda partida, lá no Maracanã, contra o Fluminense, o ACG poupou seu goleiro titular, Márcio. Perdeu por contagem mínima, mas a equipe do Fluminense teve muita facilidade em entrar na defesa do Atlético. Por incompetência de seus atacantes, o Fluminense deixou de aplicar uma goleada, naquele dia.
Ou seja, a boa campanha na Copa do Brasil ofusca a real condição de uma equipe no Brasileirão, especialmente quando ambas as competições ocorrem em paralelo.
Resta saber, de agora para frente, se o Atlético Goianiense vai manter o desempenho que teve contra o Palmeiras ou vai se comportar como o time que atuou contra o Fluminense.
A verdade é que um Brasileirão é muito mais difícil que uma Copa do Brasil e ainda não temos como apontar qual vai ser o comportamento do Atlético Goianiense nesta competição.
Por exemplo: a equipe do Atlético Goianiense é a única que ainda não marcou gols neste Brasileirão.
AL-Braço
AL-©haer
quinta-feira, 20 de maio de 2010
G O L A N S O
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GOLANSO
s.m., 1. gols do Paulo Henrique Ganso; 2. os gols dos companheiros em que Ganso participa com seus passes; 3. gol de craque; 4. gol bonito; 5. gol bonito, não! gol antológico! "que Golanso, hein?" ; "Você viu o Golanso que o Robinho marcou?"; alguns filólogos também aceitam a grafia Golanço.
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AL-Braço
AL-©haer
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GOLANSO
s.m., 1. gols do Paulo Henrique Ganso; 2. os gols dos companheiros em que Ganso participa com seus passes; 3. gol de craque; 4. gol bonito; 5. gol bonito, não! gol antológico! "que Golanso, hein?" ; "Você viu o Golanso que o Robinho marcou?"; alguns filólogos também aceitam a grafia Golanço.
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AL-Braço
AL-©haer
domingo, 16 de maio de 2010
Continuamos mal
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Hoje foi a vez de perder para o Inter de Porto Alegre, jogando pela primeira vez no Serra Dourada, neste Brasileirão. O Goiás fez 2 a 0 no primeiro tempo e confirmou-se a mística deste resultado “perigoso”, quando se vai para o intervalo com esta vantagem. No segundo tempo, o Internacional virou para 3 a 2 e venceu.
Enquanto o Inter veio com seu time reserva (com exceção do goleiro Lauro), o Goiás entrou com algumas modificações, com relação à equipe que perdeu na estréia para o Guarani, lá em Campinas. A principal modificação foi no esquema tático: o técnico Leão abandonou o esquema 4-4-2 e colocou seu time para jogar no 3-5-2. No tocante às substituições, Leão sacou Douglas e Jadilson, colocou Marcão para formar a zaga com Rafael Tolói e Augusto e até Fábio Bahia teve novamente uma oportunidade de entrar de titular. A surpresa ficou por conta da escalação do recém chegado Fábio, goleiro contratado junto à Portuguesa, no lugar do Calaça.
Infelizmente, todas as modificações feitas foram insuficientes para vencer o bom time reserva do Inter, com uma preparação física excelente. Há, nitidamente, uma falha na preparação física do time do Goiás. A equipe do Goiás andou no segundo tempo e não conseguiu acompanhar a correria do time do Inter. Só conseguia parar o adversário com faltas. Em duas delas, dentro da área, dois pênaltis, convertidos.
Para um esquema 3-5-2 ser competitivo, há algumas premissas.
A primeira delas é que os três zagueiros têm que adivinhar o pensamento um do outro e cada um “cuidar” do posicionamento um do outro. Infelizmente, o técnico Leão ainda não teve tempo de treinar este posicionamento. A tentativa era que os espaços na zaga fossem encurtados, para evitar o “buraco” que se abria na partida contra o Guarani, por onde eles marcaram o gol da vitória. Mas, pelo que vimos, nada disto funcionou.
Outra característica do esquema 3-5-2 é a importância dos alas, que devem se apresentar como opção de ataque, ajudar o meio de campo e voltar para defender as investidas do adversário pelas pontas. Isto requer uma excelente preparação física. Na partida de hoje, jogaram de ala Wendell Santos, pela direita e Wellington Saci, pela esquerda. Wendell Santos não comprometeu, mas também não trouxe nada além do que Douglas estava fazendo. Já Wellington Saci é um jogador de um só tempo: está mal fisicamente; morreu no segundo tempo. Ou seja, com o Wellington Saci pela esquerda, o esquema 3-5-2 ficou – literalmente – com uma perna só. A outra, a do Wendell Santos, que pouco produziu.
A terceira característica de um esquema 3-5-2 eficiente é a presença de dois atacantes que se movimentam bastante, para abrir espaços para os companheiros do meio de campo e os alas. Na partida de hoje, tivemos Daniel “Lovinho” e Rafael Moura lá na frente. Até que Daniel se movimentou bastante no primeiro tempo, mas falhou na assistência. Rafael Moura esteve muito isolado, recebendo poucas bolas durante a partida, ou não se colocando bem para recebê-las. Ou seja, nossos dois atacantes foram inoperantes, nesta partida.
A quarta exigência de um esquema 3-5-2 é a presença de dois volantes, um mais recuado e outro mais avançado, juntamente com um meia (o 10), que deve ser o líder da equipe. Os nossos volantes foram Fábio Bahia e Amaral. Jogaram de forma errada. Ambos subiam juntos e voltavam juntos. Ou seja, correram demais sem a bola. Resultado: cansaram e abriam espaços para o time adversário. O nosso “10” foi o Everton Santos. Marcou um belo gol, diga-se, mas está longe de ser um líder.
Resumindo: não temos um elenco para jogar no esquema 3-5-2 e, talvez, nem em qualquer outro esquema tático.
Durante a partida, o técnico Leão fez duas substituições, já no segundo tempo. Entraram Dayvid Sacconni e Romerito substituindo Wellington Saci e Daniel “Lovinho”. Foram acertadas as retiradas de Wellington Saci e Daniel. Contudo, os que entraram não modificaram o panorama de uma equipe que, se ainda não perdia no marcador, já estava perdida em campo.
A situação do Goiás está tão delicada, que o técnico Leão não “achou” um terceiro jogador para fazer a última substituição.
E, para piorar, lá no Inter tem um tal de Walter que só faltou fazer chover no centro oeste no mês de maio. Marcou dois gols. Um deles: um golaço, chutando de fora da área, forte e no ângulo. O grandão Fábio até que se esticou todo, mas não deu.
É verdade que o técnico Leão chegou ainda há pouco. Aos poucos ele vai conhecendo o elenco do Goiás. Imagino que ele está tendo uma péssima impressão. E, pela entrevista coletiva após a partida, dá a sensação de que o técnico Leão está triste com o que vê. E, parece que ele não é de muita paciência não.
Segundo suas próprias palavras: “a realidade do Goiás é fraca”.
Continuamos mal. E descendo.
AL-Braço
AL-©haer
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Começamos mal
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A estréia do Goiás no Brasileirão 2010 não foi ruim apenas pelo resultado (derrota para o Guarani, lá em Campinas). Começamos mal, porque vê-se claramente que o técnico Leão necessitará de bem mais tempo para organizar a equipe.
O técnico Leão tem por costume dar oportunidade a jogadores jovens. Apostou em Augusto, que fez dupla de zagueiros com Rafael Tolói. Augusto entrou de titular no lugar de Ernane e foi o destaque da defesa do Goiás. Bom nas bolas altas e melhor ainda com a bola no chão. Tranquilo, parecia que já era tilular há muito tempo.
No gol, Calaça foi bem, como era esperado. O eterno reserva do Harlei tem a oportunidade de entrar para ficar um bom tempo na posição. Nas vezes (poucas) que foi exigido, cumpriu sua missão. Não cometeu falha no gol do Guarani. O chute foi de dentro da área, muito forte, rasteiro, no canto. Indefensável.
Enquanto Calaça, Augusto e Rafael Tolói jogavam bem, o mesmo não se podia dizer do restante da defesa. Os laterais Douglas e Jadilson estão abaixo do que podem render para a equipe. Douglas parece que esqueceu seu futebol lá na seleções sub-17, sub-20 e sub-21. Douglas está perdidinho. Na defesa, marca mal. No ataque, não sabe se joga pela linha de fundo, ou entrando pelo meio. Então, nunca está no lugar onde deveria. Jadílson, por sua vez, está mal condicionado fisicamente. Tecnicamente, errou muitos passes. Jadilson precisa recuperar duas coisas: confiança e a tranquilidade. Parece um estreante. A bola está “queimando” suas chuteiras.
Vamos passar ao ataque. Sentimos muito a ausência do artilheiro Felipe. Sem a companhia de Felipe, Rafael Moura ficou isolado na frente. O técnico do Guarani, Wagner Mancini, colocou seu time em campo com muita cautela, apesar de que jogava em sua casa. Assim, foi fácil neutralizar o Rafael Moura, que era a nossa única opção de ataque.
Entre a defesa e o ataque, o Goiás teve um monte de “armandinhos”. Amaral não repetiu suas arrancadas e Romerito esteve apagado, pouco acionado. O restante é um bando de jogadores que correm, mas que produzem poucos chutes a gol.
Até pouco antes do gol do Guarani, eu achava que a partida terminaria empatada sem gol. Nenhum dos goleiros tinha feito defesas milagrosas. Aliás, ambas as equipes chutaram pouco em gol, durante o jogo todo.
Quem marcasse um gol, venceria. Numa jogada em que a defesa do Goiás não foi pega desprevenida, o meia do Guarani acha um buraco na zaga e enfia uma bola para o atacante entrar sozinho, cara-a-cara com o Calaça. Chute forte, rasteiro. Gol do Guarani.
Leão fez três substituições, o que não alterou o panorama da partida. O Goiás chutava pouco em gol e não conseguiu empatar.
Era para o Goiás ter conseguido pelo menos um empate.
Começamos mal. Demais.
AL-Braço
AL-©haer
terça-feira, 4 de maio de 2010
ACG CAMPEÃO GOIANO DE 2010
No final, deu a lógica. A lógica de uma trajetória em que o Atlético Clube Goianiense tem se destacado como uma equipe que joga para frente e marca muitos gols. Uma equipe que mereceu as recentes conquistas, em especial, Campeão da Série C, classificar-se entre os quatro primeiros da Série B e chegar à Série A do Brasileirão.
Há muito que a equipe mantém um grupo base, em que os demais jogadores que chegam não têm dificuldade de se integrarem.
Com a recente contratação do técnico Geninho, o que era uma carência do ACG (organização da defesa) já está sendo arrumado. O ACG continua jogando ofensivo, com uma defesa mais sólida, o que traz mais confiança à equipe.
Antes dos confrontos da final contra o Santa Helena, imaginávamos que ambas as partidas seriam muito disputadas, pois realmente chegaram para a decisão as melhores equipes do capeonato. Com um leve favoritismo do ACG, por ter uma equipe que joga junto há mais tempo.
Eu esperava mais da equipe do Santa Helena nas duas partidas da final do Goianão 2010. Fiquei um pouco decepcionado. Parece que os jogadores do Santa Helena “sentiram o peso” da decisão.
Chego a imaginar que “alguma coisa aconteceu” e esta “alguma coisa” deve estar relacionada à “premiação”. Ficou a impressão que a equipe do Santa Helena “deixou de jogar” nas partidas finais.
Mas, nada de tirar os méritos do Atlético Goianiense. Os resultados falam por si: 4 x 0 em Goiânia e 3 x 1 em Santa Helena. Ou seja, no placar agregado, 7 x 1 para o Atlético Goianiense.
Incontestável, ACG – CAMPEÃO GOIANO DE 2010!!!
Deixo um parabéns especiAL ao amigo, poeta e torcedor do ACG Carlos Edu Bernardes, o Carlão.
AL-Braço
AL-©haer
sexta-feira, 30 de abril de 2010
José Mourinho e um “esquema pebolim” inédito
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Mesmo sabendo que a tarefa do Barcelona não seria fácil (reverter o resultado de 3 a 1 para a Inter, na partida de volta da semi-final da Champions League), torci muito para que o Barcelona se classificasse, por vários motivos, dentre eles:
1. Messi é o Melhor do Mundo, dis-pa-ra-do!
2. Ibra é Meu Ídolo!
3. A Globo encheu o saco com aquela campanha: “Lúcio, bota o Messi no bolso”.
4. Imagina o jogão que seria uma final entre Barcelona e Bayern?
Quando o Thiago Motta da Inter foi expulso aos 28min do primeiro tempo, pensei: agora o Barcelona vai destruir os “Mussolini”.
Infelizmente, nada mudou a partir do momento que a Inter ficou com um jogador a menos. A partida, que parecia um treino ataque-contra-defesa, continuou sendo a mesma coisa: o Barcelona no ataque e a Inter toda na defesa. A Inter já se postava com 10 jogadores na defesa. Com menos um jogador, os nove restantes conseguiram parar o ataque do Barcelona. E, o que é impressionante, sem fazer faltas. Se não me engano, falta com “perigo de gol” só teve uma para o Barcelona, ainda no primeiro tempo, que o Ibra soltou uma bomba, a bola “variou” e, caprichosamente, resolveu ir para fora do gol. Se fosse dentro, o Júlio César não sentiria nem o cheiro da bola.
As estatísticas revelaram uma posse de bola de mais de 70% para o Barcelona. Mas, a rigor, o Júlio César só “trabalhou” por três ou duas vezes. Uma defesa milagrosa, no primeiro tempo, num chute de Messi (eu cheguei a gritar gol, antes da hora). No final do segundo tempo, uma “raquetada” para o meio da área, que não foi aproveitada pelos atacantes do Barcelona. Não me lembro de outra...ah! teve outro chute do Messi, ainda no primeiro tempo, mas ele pegou mal na bola e ela foi rasteira, fraca, facilitando a defesa do Júlio César.
Eu já vi time jogar na retranca. Mas, em 90 minutos, até os times mais retranqueiros se arriscam no ataque, pelo menos, nos contra-ataques (até o Parreira fazia isto com a Seleção de 94). A Inter de Mourinho abriu mão de atacar. Se não me engano, a Inter teve um escanteio no segundo tempo e teve um chute a gol que foi um cruzamento para ninguém.
O mais impressionante foi a obediência tática do time da Inter. Fazia tempo que eu não via tanta eficiência defensiva.
Ou será que foi incompetência da equipe do Barcelona?
A sensação que fica é que se Barcelona e Inter jogassem 10 partidas, da maneira como foi esta, a Inter conseguiria empatar nove por 0 a 0 e o Barcelona venceria uma, por – no máximo – 1 a 0.
Fiquei irritado. Teve um momento no segundo tempo que o goleiro do Barcelona, Victor Valdés, estava jogando de líbero, no meio de campo. Foi a primeira vez que vi 11 jogadores na linha. O gol do Barcelona sem goleiro, mas nem precisava mesmo, pois o Mourinho “mandou” seus comandados defenderem e defenderem. Um chute a gol, mesmo com o gol sem goleiro, poderia significar uma jogada de ataque. E, nesta partida, Mourinho deve ter proibido seus jogadores atacarem.
No final, o jeito foi reconhecer os méritos do esquema tático do técnico José Mourinho.
Alguns técnicos ensinam seus esquemas táticos com o auxílio de jogo de botão. Tem um aí que trabalha com prancheta. Outros descrevem o posicionamento e a movimentação no quadro.
José Mourinho deve ter se utilizado de uma mesa de “pebolim” para organizar a Inter nesta partida contra o Barcelona. Arrisco a dizer que ele mandou fabricar uma mesa de “pebolim” especial para a ocasião: o goleiro e duas linhas de defensores à frente. Nenhum jogador no ataque. E nem tinha gol do outro lado. Não precisava. A Inter não iria arriscar.
Estão, aos poucos, acabando com o Verdadeiro Futebol. O técnico José Mourinho é um dos responsáveis.
AL-Braço
AL-©haer
terça-feira, 27 de abril de 2010
Leão é o novo técnico do Goiás (EU JÁ SABIA!!!)
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Caríssima Leitorcedora Esmeraldina. Caríssimo Leitorcedor Esmeraldino.
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Há quase um mês, este Blog fazia a previsão de que o próximo técnico do Nosso Goiás seria o Emerson Leão.
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Para conferir:
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Há muitos anos, o Goiás "flerta" com o Leão. Nas vezes anteriores em que as negociações aconteceram na tentativa de se contratar o Leão, o negócio não vingou, por questões de acerto financeiro. O técnico Leão era caro para os investimentos do Goiás.
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Não sei o que mudou, mas agora - finalmente - o Leão veio. E já chegou mostrando o "jeito-Leão-de-ser-entrevistado", dizendo para os repórteres que eles não precisam vir com meias-palavras, pois ele (Leão) não medirá palavras para com a imprensa.
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Mas Leão disse mais.
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Falou que conhece bem o Goiás, conhece bem a maioria dos jogadores do Goiás e que (prestem atenção!!!) conhece bem "SITUAÇÕES" de jogadores do Goiás.
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Se o Leão permanecer por mais de 90 dias, ele "ARRUMA" o Goiás.
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Eu estou ALpostando que o Leão vai fazer o que muita gente não conseguiu (OU NÃO TEVE CORAGEM PARA) fazer.
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E, se alguém sair na porrada, tô apostando que o Leão vai bater.
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AL-Braços
AL-Chaer
domingo, 25 de abril de 2010
Decisão do Goianão (partida de ida)
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A gente tem que falar que Futebol é Futebol é Futebol é Futebol. Mas a vantagem que o Atlético Goianiense obteve, aqui no Serra Dourada, ao vencer o Santa Helena por 4 a 0 é quase impossível de ser revertida na partida de volta, lá em Santa Helena.
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Há de salientar que, no meio de semana, o Atlético Goianiense vai a São Paulo enfrentar o Palmeiras pela partida de ida das quartas de final da Copa do Brasil. Mais uma viagem. Uma partida difícil. A equipe do ACG chegará mais desgastada para a partida lá em Santa Helena , enquanto que o Santa Helena terá a semana toda para descansar e pensar em como fazer para não sofrer mais gols deste ataque eficientíssimo que tem o ACG. E, o mais difícil, pensar numa estratégia de vencer a partida de volta por 4 gols de diferença.
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Mas, convenhamos, se o Santa Helena reverter a situação, será mais uma destas surpresas que só o Sobrenatural de Almeida faz (e de vez em quando).
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Fiquei meio decepcionado com o rendimento do Santa Helena, nesta partida. É claro que não dá para comparar o ACG com "eles". O Santa Helena eliminou "eles" nas semi-finais até com certa facilidade. Mas, esperava-se que o Santa Helena endurecesse a partida aqui no Serra Dourada. O que vimos foi um Atlético Goianiense implacável, empurrando o Santa Helena para a sua defesa. O técnico Geninho já organizou o sistema defensivo do ACG e, nesta partida, o goleiro do Santa Helena, o experiente Luiz Almeida fez defesas milagrosas. Não fosse isto, teria sido de mais. Muito mais do que 4 a 0.
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Não. Não vai ser surpresa. Será um DESASTRE se o ACG não se sagrar Campeão Goiano de 2010 no próximo Domingo, lá em Santa Helena.
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Acho até que o Santa Helena pode vencer a partida de volta, pelo desgaste que será a partida que o ACG fará no meio de semana pela Copa do Brasil e porque a equipe do Santa Helena merece terminar o campeonato sem esta "mancha" que foi esta goleada. Uma vitória seria terminar o Campeonato dignamente, comemorando a excelente campanha, junto à sua torcida.
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Mas não será por 4 gols de diferença.
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AL-Braço
AL-©haer
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Goianão’2010: definidos os finalistas
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E a Final do Goianão’2010 será disputada entre Santa Helena (o “Fantasma”) e Atlético Goianiense (o “Dragão”).
Será um duelo “de arrepiar” e “de soltar fogo pelas ventas” (desculpem-me o trocadilho óbvio...não resisti).
Uma final justa, se computarmos todo o campeonato: disputam o título as melhores equipes dentre as 10 que participaram do certame.
Na fase classificatória, enquanto o Atlético sempre se manteve nas primeiras colocações (apresentando-se com regularidade), o Santa Helena, depois que entrou para o G4, não saiu mais de lá e, após as semi-finais, por ser a equipe com a melhor campanha, chega a final com a vantagem de dois resultados iguais, jogando a partida de volta na sua casa.
O interessante é que Atlético e Santa Helena “se deram ao luxo” de perder nos confrontos da última rodada da fase classificatória, jogando em seus domínios. Ambos perderam de goleada: o ACG, de 3 a 0 para a Anapolina; o Santa Helena, de 4 a 1 para “eles”. Estavam – literalmente – jogando com o regulamento: nenhum dos dois pretendia enfrentar o Goiás nas semi-finais.
Isto até gerou uma desconfiança de minha parte. Achei que “eles” (que vinham embalados por 5 vitórias consecutivas) superariam o Santa Helena, também nas semi-finais. A torcida deles até chegou a sonhar com o título (e com razão). Mas, nas duas partidas das semi-final entre eles e o Santa Helena, eles acordaram do sonho e o “Fantasma” veio em forma de pesadelo, vencendo os dois confrontos, por 3 a 1 no Serra Dourada e 4 a 1 lá em Santa Helena.
Já na outra semi-final, como eu previ em “pôsti” anterior, a segunda partida definiria o finalista e esta definição estaria ligada diretamente com os resultados de meio de semana pela Copa do Brasil. E – reALmente – tudo aconteceu como eu previa. Houve um empate sem gols na primeira partida entre Atlético e Goiás. Vieram as partidas de ida da Copa do Brasil: o Atlético venceu o Santa Cruz, enquanto que o Goiás foi goleado pelo Vitória.
Então, para o segundo confronto da semi-final, de um lado, o Atlético, tranquilo após o êxito contra o Santa Cruz e com a vantagem do empate; de outro, o Goiás, com a obrigação de vencer e passar a final, para diminuir o vexame da derrota frente ao Vitória.
O resultado – merecido! - de 4 a 2 para o Atlético não refletiu o que aconteceu em campo. O Goiás deu muita sorte, pois era para ser de 7, no mínimo. Contei: o Goiás finalizou três vezes para o gol do Atlético e, destas finalizações viriam os gols de Romerito (de cabeça) e do zagueiro Rafael Tolói (em jogada individual, chutando por cobertura, de fora da área, um golaço, no ângulo). A outra finalização foi de Felipe, que chutou para fora, com o goleiro caído no chão após defesa parcial, já no finalzinho da partida, quando o placar era 4 a 2 para o Atlético. Já pelo lado do Atlético, eles perderam, pelo menos, uns quatro “gols feitos” (adoro estes termos do jargão do Futebol!).
O Goiás não deu conta de parar a “locomotiva” e o Atlético viu que não precisava ter perdido para a Anapolina. Foi muito fácil para o Atlético.
A final do Goianão’2010 promete muitos gols. Promete. Mas, por ser uma final, ALcredito que os técnicos vão colocar suas equipes respeitando uma a outra. Mas é o Atlético que terá a obrigação de marcar gols. O time do Santa Helena “gosta” de jogar nos contra-ataques. O time do Atlético “gosta” de jogar no ataque.
Vamos ver qual destas duas equipes vai “gostar” mais.
AL-Braço
AL-©haer
Será um duelo “de arrepiar” e “de soltar fogo pelas ventas” (desculpem-me o trocadilho óbvio...não resisti).
Uma final justa, se computarmos todo o campeonato: disputam o título as melhores equipes dentre as 10 que participaram do certame.
Na fase classificatória, enquanto o Atlético sempre se manteve nas primeiras colocações (apresentando-se com regularidade), o Santa Helena, depois que entrou para o G4, não saiu mais de lá e, após as semi-finais, por ser a equipe com a melhor campanha, chega a final com a vantagem de dois resultados iguais, jogando a partida de volta na sua casa.
O interessante é que Atlético e Santa Helena “se deram ao luxo” de perder nos confrontos da última rodada da fase classificatória, jogando em seus domínios. Ambos perderam de goleada: o ACG, de 3 a 0 para a Anapolina; o Santa Helena, de 4 a 1 para “eles”. Estavam – literalmente – jogando com o regulamento: nenhum dos dois pretendia enfrentar o Goiás nas semi-finais.
Isto até gerou uma desconfiança de minha parte. Achei que “eles” (que vinham embalados por 5 vitórias consecutivas) superariam o Santa Helena, também nas semi-finais. A torcida deles até chegou a sonhar com o título (e com razão). Mas, nas duas partidas das semi-final entre eles e o Santa Helena, eles acordaram do sonho e o “Fantasma” veio em forma de pesadelo, vencendo os dois confrontos, por 3 a 1 no Serra Dourada e 4 a 1 lá em Santa Helena.
Já na outra semi-final, como eu previ em “pôsti” anterior, a segunda partida definiria o finalista e esta definição estaria ligada diretamente com os resultados de meio de semana pela Copa do Brasil. E – reALmente – tudo aconteceu como eu previa. Houve um empate sem gols na primeira partida entre Atlético e Goiás. Vieram as partidas de ida da Copa do Brasil: o Atlético venceu o Santa Cruz, enquanto que o Goiás foi goleado pelo Vitória.
Então, para o segundo confronto da semi-final, de um lado, o Atlético, tranquilo após o êxito contra o Santa Cruz e com a vantagem do empate; de outro, o Goiás, com a obrigação de vencer e passar a final, para diminuir o vexame da derrota frente ao Vitória.
O resultado – merecido! - de 4 a 2 para o Atlético não refletiu o que aconteceu em campo. O Goiás deu muita sorte, pois era para ser de 7, no mínimo. Contei: o Goiás finalizou três vezes para o gol do Atlético e, destas finalizações viriam os gols de Romerito (de cabeça) e do zagueiro Rafael Tolói (em jogada individual, chutando por cobertura, de fora da área, um golaço, no ângulo). A outra finalização foi de Felipe, que chutou para fora, com o goleiro caído no chão após defesa parcial, já no finalzinho da partida, quando o placar era 4 a 2 para o Atlético. Já pelo lado do Atlético, eles perderam, pelo menos, uns quatro “gols feitos” (adoro estes termos do jargão do Futebol!).
O Goiás não deu conta de parar a “locomotiva” e o Atlético viu que não precisava ter perdido para a Anapolina. Foi muito fácil para o Atlético.
A final do Goianão’2010 promete muitos gols. Promete. Mas, por ser uma final, ALcredito que os técnicos vão colocar suas equipes respeitando uma a outra. Mas é o Atlético que terá a obrigação de marcar gols. O time do Santa Helena “gosta” de jogar nos contra-ataques. O time do Atlético “gosta” de jogar no ataque.
Vamos ver qual destas duas equipes vai “gostar” mais.
AL-Braço
AL-©haer
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Goianão’2010 – semi-finais
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Encerrada a Fase Classificatória, passaram para as semi-finais do Goianão’2010 as equipes do Atlético, Santa Helena, “eles” e o Meu Goiás, nesta ordem.
Era esperado que Atlético e Goiás se classificassem. No entanto, em toda a fase classificatória o Atlético foi mais regular, pois sempre se manteve entre os quatro primeiros. Já a campanha do Goiás foi desastrosa no início, o que lhe custou desconforto e sofrimento em toda a trajetória, pois somente conseguiu a sua vaga (a última das quatro) na última rodada.
A surpresa foi o Santa Helena. Digo surpresa, pois se voltarmos ao início da competição, esperava-se que – do interior – as equipes que se candidatariam ao G4 seriam Itumbiara, CRAC e Anapolina. Ninguém apostava no Santa Helena. Mas, no decorrer do campeonato, o Santa Helena trilhou uma reta ascendente e foi, realmente, a melhor equipe do interior, chegando a ocupar a primeira colocação geral, conseguindo com méritos a sua vaga nas semi-finais.
Por falar em Itumbiara, o “Gigante da Fronteira” decepcionou. Apesar da força de sua torcida (maior média de público, com o já tradicional apoio e promoção da Prefeitura), o Itumbiara acabou rebaixado para a Divisão de Acesso.
Já Anapolina e CRAC tiveram uma campanha muito instável. A cada rodada, alternavam posições dentro e fora do G4 e, nesta brincadeira de vai-e-vem, na última rodada ficaram no “vai de fora”, ocupando a 5ª e 6ª colocação, respectivamente, a uma vitória da classificação.
Custa-me escrever (mas tenho que admitir) que “eles” chegaram embalados para a semi-final. Após um início de segundo turno com 4 derrotas consecutivas, trocaram de técnico e, numa reação sensacional, venceram as cinco partidas seguintes. Pensava-se que “eles” iriam brigar contra o rebaixamento. Ocorreu exatamente o oposto: “eles” mostraram que estão bem vivos e brigando pelo título.
Agora, as coisas mudam de figura, pois é mata-mata em duas partidas. Quem chega com a vantagem de dois resultados iguais é o Atlético, no confronto contra o Goiás e o Santa Helena, no confronto contra “eles”. Em mata-mata, vale muito a experiência e o equilíbrio emocional. Analisando por este prisma, Atlético e Goiás levam ligeira vantagem sobre Santa Helena e “eles”. Mas esta “vantagem” só poderá ser colocada em prática na final.
O confronto entre Atlético e Goiás tem muito mais elementos do que apenas uma decisão para saber quem segue rumo à final.
Primeiro, esta semi-final pode ser “considerada” uma “final antecipada” (ah...os chavões novamente, que eu adoro!). Também, estes dois jogos podem ser considerados uma “prévia” do que podem vir a ser os dois confrontos pelo Brasileirão de 2010. Se o Goiás vier a ser eliminado, é provável que o técnico Jorginho não fique para o início do Brasileirão. Do outro lado, acredito que o técnico do Atlético – o Geninho – não corre este risco. Ou seja, já na beira do gramado, a tensão no banco do Goiás é muito maior que no banco do Atlético.
A pergunta é: “Se o Jorginho não tiver êxito contra o time do Atlético, como seria então contra os demais times da Série A?”
Outro detalhe que ronda esta semi-final é que ambos – Atlético e Goiás – estarão jogando pela Copa do Brasil, no meio de semana entre os confrontos desta decisão. Atlético viaja para Recife, para enfrentar o Santa Cruz, enquanto que o Goiás viaja para Salvador, para jogar contra o Vitória. Viagem sempre desgasta uma equipe. Até aí, tudo bem, porque ambos sofrerão do mesmo desgaste. Mas um insucesso de uma destas equipes na primeira partida da semi-final do Goianão’2010 e outro insucesso na primeira partida das Oitavas da Copa do Brasil, pode desestabilizar emocionalmente esta equipe para a segunda partida da semi-final. Contusões podem acontecer. Desgaste físico dos atletas certamente ocorrerá. Vai depender de qual equipe chega mais bem preparada fisicamente para esta semi-final. E, para não perder o costume, entra em campo o “tapetão”, nesta questão do efeito suspensivo no “caso Pituca”.
Na outra semi-final, entre Santa Helena e “eles”, repito que “eles” chegam embalados. Resta saber como será o comportamento do Santa Helena jogando a partida de ida no Serra Dourada (liberado para sediar partidas, após a reforma do gramado). Será que o bom futebol praticado pelo Santa Helena em toda a fase classificatória (em campos com dimensões reduzidas) se repetirá nas dimensões do gramado do Serra Dourada? Tenho minhas dúvidas.
Arrisco a dizer que, no confronto entre Atlético e Goiás, haverá um vencedor na partida de volta e este vencedor será um dos finalistas. No outro confronto, meu pALpite é de que “eles” definem a classificação na partida de ida, no Serra Dourada.
Vamos ALguardar, para ver.
AL-Braço
AL-©haer
Era esperado que Atlético e Goiás se classificassem. No entanto, em toda a fase classificatória o Atlético foi mais regular, pois sempre se manteve entre os quatro primeiros. Já a campanha do Goiás foi desastrosa no início, o que lhe custou desconforto e sofrimento em toda a trajetória, pois somente conseguiu a sua vaga (a última das quatro) na última rodada.
A surpresa foi o Santa Helena. Digo surpresa, pois se voltarmos ao início da competição, esperava-se que – do interior – as equipes que se candidatariam ao G4 seriam Itumbiara, CRAC e Anapolina. Ninguém apostava no Santa Helena. Mas, no decorrer do campeonato, o Santa Helena trilhou uma reta ascendente e foi, realmente, a melhor equipe do interior, chegando a ocupar a primeira colocação geral, conseguindo com méritos a sua vaga nas semi-finais.
Por falar em Itumbiara, o “Gigante da Fronteira” decepcionou. Apesar da força de sua torcida (maior média de público, com o já tradicional apoio e promoção da Prefeitura), o Itumbiara acabou rebaixado para a Divisão de Acesso.
Já Anapolina e CRAC tiveram uma campanha muito instável. A cada rodada, alternavam posições dentro e fora do G4 e, nesta brincadeira de vai-e-vem, na última rodada ficaram no “vai de fora”, ocupando a 5ª e 6ª colocação, respectivamente, a uma vitória da classificação.
Custa-me escrever (mas tenho que admitir) que “eles” chegaram embalados para a semi-final. Após um início de segundo turno com 4 derrotas consecutivas, trocaram de técnico e, numa reação sensacional, venceram as cinco partidas seguintes. Pensava-se que “eles” iriam brigar contra o rebaixamento. Ocorreu exatamente o oposto: “eles” mostraram que estão bem vivos e brigando pelo título.
Agora, as coisas mudam de figura, pois é mata-mata em duas partidas. Quem chega com a vantagem de dois resultados iguais é o Atlético, no confronto contra o Goiás e o Santa Helena, no confronto contra “eles”. Em mata-mata, vale muito a experiência e o equilíbrio emocional. Analisando por este prisma, Atlético e Goiás levam ligeira vantagem sobre Santa Helena e “eles”. Mas esta “vantagem” só poderá ser colocada em prática na final.
O confronto entre Atlético e Goiás tem muito mais elementos do que apenas uma decisão para saber quem segue rumo à final.
Primeiro, esta semi-final pode ser “considerada” uma “final antecipada” (ah...os chavões novamente, que eu adoro!). Também, estes dois jogos podem ser considerados uma “prévia” do que podem vir a ser os dois confrontos pelo Brasileirão de 2010. Se o Goiás vier a ser eliminado, é provável que o técnico Jorginho não fique para o início do Brasileirão. Do outro lado, acredito que o técnico do Atlético – o Geninho – não corre este risco. Ou seja, já na beira do gramado, a tensão no banco do Goiás é muito maior que no banco do Atlético.
A pergunta é: “Se o Jorginho não tiver êxito contra o time do Atlético, como seria então contra os demais times da Série A?”
Outro detalhe que ronda esta semi-final é que ambos – Atlético e Goiás – estarão jogando pela Copa do Brasil, no meio de semana entre os confrontos desta decisão. Atlético viaja para Recife, para enfrentar o Santa Cruz, enquanto que o Goiás viaja para Salvador, para jogar contra o Vitória. Viagem sempre desgasta uma equipe. Até aí, tudo bem, porque ambos sofrerão do mesmo desgaste. Mas um insucesso de uma destas equipes na primeira partida da semi-final do Goianão’2010 e outro insucesso na primeira partida das Oitavas da Copa do Brasil, pode desestabilizar emocionalmente esta equipe para a segunda partida da semi-final. Contusões podem acontecer. Desgaste físico dos atletas certamente ocorrerá. Vai depender de qual equipe chega mais bem preparada fisicamente para esta semi-final. E, para não perder o costume, entra em campo o “tapetão”, nesta questão do efeito suspensivo no “caso Pituca”.
Na outra semi-final, entre Santa Helena e “eles”, repito que “eles” chegam embalados. Resta saber como será o comportamento do Santa Helena jogando a partida de ida no Serra Dourada (liberado para sediar partidas, após a reforma do gramado). Será que o bom futebol praticado pelo Santa Helena em toda a fase classificatória (em campos com dimensões reduzidas) se repetirá nas dimensões do gramado do Serra Dourada? Tenho minhas dúvidas.
Arrisco a dizer que, no confronto entre Atlético e Goiás, haverá um vencedor na partida de volta e este vencedor será um dos finalistas. No outro confronto, meu pALpite é de que “eles” definem a classificação na partida de ida, no Serra Dourada.
Vamos ALguardar, para ver.
AL-Braço
AL-©haer
terça-feira, 6 de abril de 2010
O nome dele é Lionel
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Caríssima Leitorcedora. Caríssimo Leitorcedor.
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Se você é daqueles brasileiros que nutrem uma - vamos dizer assim - "diferença" para com os nossos vizinhos Argentinos, em especiAL uma rivalidade no Futebol, gostaria de salientar que rivalidade é tudo no Futebol. É a rivalidade que move a paixão. Tudo bem.
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Paixão só é paixão se nos deixa um pouco cegos. No amor é assim. Todos temos o direito de ficar cegos de paixão, afinal, quando apaixonados não queremos abrir os olhos, não queremos acordar do sonho de viver uma paixão.
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Contudo, sinto lhes informar que, na minha opinião, depois de Pelé (O REI, ETERNO), na minha opinião o Segundo Melhor Jogador do Mundo foi o Maradona. Na minha opinião não foi o Puskas, nem o Garrincha, nem o Yashin, nem o Beckenbauer, nem o Rummenigge, nem o Cruyiff, nem o Platini, nem o Baggio, nem o Zico, nem o Fenômeno, nem o Romário.
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Você pode não gostar do jeitão do Maradona, mas eu não estou falando em Maradona para ser meu genro. Eu estou falando de jogador de Futebol.
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Por quê tanta "richa" contra os Argentinos? Buenos Aires é uma cidade para ser visitada várias vezes. Seus edifícios são uma aula de arquitetura (um museu a céu aberto). Em Buenos Aires, você tem que andar olhando para cima, para ver os detalhes arquitetônicos, ricos e belíssimos. Seus restaurantes e seus vinhos são excelentes. O tango (que eles importaram do Uruguai) é um espetáculo de sensualidade, que fez história pelo mundo a partir dos Argentinos. O Teatro Colón é maravilhoso (somente comparado ao Scala de Milão e ao L'Operá de Paris e ao Teatro de Manaus). Suas cafeterias são charmosíssimas. Suas livrarias, então, só para dar uma estatística: tem mais livrarias em Buenos Aires do que em todo o Brasil. Se eu falar a média de livros que o Argentino lê por ano (e comparar com a média do brasileiro), chega a ser humilhante. Jorge Luis Borges é de lá. Cortázar não é de lá, mas escolheu Buenos Aires para morar e escrever. Mercedes Sosa, La Negra, é Argentina. Che Guevara também. Juan Manuel Fangio é Argentino. E o cinema que Juan José Campanella faz é uma obra de arte.
.
Sei que vocês devem estar desejando que eu me mude para a Argentina. Mas não é o caso. Não.
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O que me fez escrever este texto é que, depois dos recentes jogos que vi o Messi jogar, eu começo a discordar de mim mesmo de que o Maradona é o Segundo do Mundo.
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Caríssima Leitorcedora. Caríssimo Leitorcedor. O Segundo Melhor Jogador de Futebol do Mundo é o Messi.
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DIS-PA-RA-DO e SO-BRAN-DO.
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Vendo o Messi jogar, dá a sensação que estou sonhando. E não me belisco, para não acordar.
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Detalhe: Messi completa 23 anos no dia 24 de junho de 2010; ou seja, ainda temos pela frente, pelo menos uma década de SHOW, fora o "alfajor".
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AL-Brazo
AL-©haer
Caríssima Leitorcedora. Caríssimo Leitorcedor.
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Se você é daqueles brasileiros que nutrem uma - vamos dizer assim - "diferença" para com os nossos vizinhos Argentinos, em especiAL uma rivalidade no Futebol, gostaria de salientar que rivalidade é tudo no Futebol. É a rivalidade que move a paixão. Tudo bem.
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Paixão só é paixão se nos deixa um pouco cegos. No amor é assim. Todos temos o direito de ficar cegos de paixão, afinal, quando apaixonados não queremos abrir os olhos, não queremos acordar do sonho de viver uma paixão.
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Contudo, sinto lhes informar que, na minha opinião, depois de Pelé (O REI, ETERNO), na minha opinião o Segundo Melhor Jogador do Mundo foi o Maradona. Na minha opinião não foi o Puskas, nem o Garrincha, nem o Yashin, nem o Beckenbauer, nem o Rummenigge, nem o Cruyiff, nem o Platini, nem o Baggio, nem o Zico, nem o Fenômeno, nem o Romário.
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Você pode não gostar do jeitão do Maradona, mas eu não estou falando em Maradona para ser meu genro. Eu estou falando de jogador de Futebol.
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Por quê tanta "richa" contra os Argentinos? Buenos Aires é uma cidade para ser visitada várias vezes. Seus edifícios são uma aula de arquitetura (um museu a céu aberto). Em Buenos Aires, você tem que andar olhando para cima, para ver os detalhes arquitetônicos, ricos e belíssimos. Seus restaurantes e seus vinhos são excelentes. O tango (que eles importaram do Uruguai) é um espetáculo de sensualidade, que fez história pelo mundo a partir dos Argentinos. O Teatro Colón é maravilhoso (somente comparado ao Scala de Milão e ao L'Operá de Paris e ao Teatro de Manaus). Suas cafeterias são charmosíssimas. Suas livrarias, então, só para dar uma estatística: tem mais livrarias em Buenos Aires do que em todo o Brasil. Se eu falar a média de livros que o Argentino lê por ano (e comparar com a média do brasileiro), chega a ser humilhante. Jorge Luis Borges é de lá. Cortázar não é de lá, mas escolheu Buenos Aires para morar e escrever. Mercedes Sosa, La Negra, é Argentina. Che Guevara também. Juan Manuel Fangio é Argentino. E o cinema que Juan José Campanella faz é uma obra de arte.
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Sei que vocês devem estar desejando que eu me mude para a Argentina. Mas não é o caso. Não.
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O que me fez escrever este texto é que, depois dos recentes jogos que vi o Messi jogar, eu começo a discordar de mim mesmo de que o Maradona é o Segundo do Mundo.
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Caríssima Leitorcedora. Caríssimo Leitorcedor. O Segundo Melhor Jogador de Futebol do Mundo é o Messi.
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DIS-PA-RA-DO e SO-BRAN-DO.
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Vendo o Messi jogar, dá a sensação que estou sonhando. E não me belisco, para não acordar.
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Detalhe: Messi completa 23 anos no dia 24 de junho de 2010; ou seja, ainda temos pela frente, pelo menos uma década de SHOW, fora o "alfajor".
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AL-Brazo
AL-©haer
segunda-feira, 29 de março de 2010
cara a cara com o diabo
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Havia 3 anos que “eles” não nos venciam.
Eu disse no “pôsti” anterior:
“...o Goiás não me inspira confiança para esta partida contra “eles”. Se o Goiás vencer, vai ser uma surpresa, para mim.”
“Sei não...tô sentindo cheiro de que o Meu Goiás...(não vou nem escrever...só de pensar já me dá náuseas...)”
O que era premonição confirmou-se. Depois da partida, tive que recorrer a um comprimido para dor de cabeça. Desliguei a TV. Nem quis ouvir as entrevistas e comentários pelo radinho. Fui dormir um pouco. Precisava.
A cabeça não dói mais. Apenas está latejando. Mas a memória ainda me faz sentir um cheiro que agora bem sei qual é. Cheiro de enxofre. Cheiro do capeta. Perder para “eles” é a confirmação de que o “coisa ruim” existe. O diabo apareceu hoje vestido de camisa vermelha.
O diabo está rindo de mim. E nada posso fazer para exorcizar esta gargalhada.
Porque “eles” foram melhores em tudo. Tiveram maior volume de jogo (nos dois tempos). O técnico deles fez as substituições corretas (no intervalo, colocou em campo os jogadores que marcariam os dois gols da virada). Souberam administrar a vantagem, sem jogadas violentas ou desleais.
Para “eles” só havia uma estratégia: buscar a vitória. E buscaram o tempo todo, mesmo tendo levado um gol no início da partida, no primeiro ataque do Goiás. Numa cobrança de escanteio, uma defesa parcial do goleiro deles e, na sequência, a bola volta para a pequena área e o zagueiro deles marca contra.
Já o técnico do Goiás optou por jogar atrás, fechadinho. A idéia era trazer “eles” para o campo de defesa, para surpreender nos contra-ataques. No entanto, os contra-ataques do Goiás eram sempre pelo meio. Não havia alas como opção, pois neste esquema 4-5-1, os laterais não apareciam no ataque. Amaral, Tulio e Rithelly são jogadores de contenção, sem criatividade. E o Wellington Saci é um “armandinho”. Sacconi não jogou bem. E Rafael Moura jogava sozinho no ataque. Destes, Rafael Moura foi o único que me agradou, pela garra e combatividade. Acredita em todas as bolas. Contudo, no finalzinho da partida, foi decepcionante aquela cotovelada imbecil que ele deu no zagueiro deles: uma expulsão correta e justa. Como foram as outras duas: a de Túlio (segundo amarelo) e a de Rithelly (chute por trás).
Mas não foram as três expulsões que definiram a partida. Não. Túlio foi expulso aos 27min do segundo tempo. Naquele momento o time deles recuava (para garantir o resultado) e um jogador a menos não fazia falta na faixa de campo que a bola estava. As outras duas expulsões foram depois dos 40min, quando já não havia tempo para muita coisa, até porque o Goiás não construía jogadas que indicavam que empataria a partida. Eram lançamentos para a área, a maioria mal executados, o que ficava fácil para a defesa deles. Nenhuma jogada de linha de fundo.
Depois de uma derrota como esta, ALguma coisa tem que ser feita. Não sei quais as providências que a Diretoria do Goiás irá tomar. Também não sei se eles entendem muito de Futebol.
PRESTA ANTENÇÃO: O EDSON GAÚCHO DEU UM NÓ TÁTICO NO JORGINHO !!!
(parênteses: se o Leão não acertar com o Vasco...escreve aí, depois a gente conversa...)
Eu já tomei um comprimido para dor de cabeça. Depois de encerrar este texto, vou tomar outro. E, amanhã de manhã, vou tomar um comprimido para enjôo, para enfrentar a gozação e a quantidade de camisas vermelhas que estará passeando pela cidade.
Mas, antes, vou abrir as páginas amarelas e procurar o disk-exorcista.
AL-Braço
AL-©haer
Eu disse no “pôsti” anterior:
“...o Goiás não me inspira confiança para esta partida contra “eles”. Se o Goiás vencer, vai ser uma surpresa, para mim.”
“Sei não...tô sentindo cheiro de que o Meu Goiás...(não vou nem escrever...só de pensar já me dá náuseas...)”
O que era premonição confirmou-se. Depois da partida, tive que recorrer a um comprimido para dor de cabeça. Desliguei a TV. Nem quis ouvir as entrevistas e comentários pelo radinho. Fui dormir um pouco. Precisava.
A cabeça não dói mais. Apenas está latejando. Mas a memória ainda me faz sentir um cheiro que agora bem sei qual é. Cheiro de enxofre. Cheiro do capeta. Perder para “eles” é a confirmação de que o “coisa ruim” existe. O diabo apareceu hoje vestido de camisa vermelha.
O diabo está rindo de mim. E nada posso fazer para exorcizar esta gargalhada.
Porque “eles” foram melhores em tudo. Tiveram maior volume de jogo (nos dois tempos). O técnico deles fez as substituições corretas (no intervalo, colocou em campo os jogadores que marcariam os dois gols da virada). Souberam administrar a vantagem, sem jogadas violentas ou desleais.
Para “eles” só havia uma estratégia: buscar a vitória. E buscaram o tempo todo, mesmo tendo levado um gol no início da partida, no primeiro ataque do Goiás. Numa cobrança de escanteio, uma defesa parcial do goleiro deles e, na sequência, a bola volta para a pequena área e o zagueiro deles marca contra.
Já o técnico do Goiás optou por jogar atrás, fechadinho. A idéia era trazer “eles” para o campo de defesa, para surpreender nos contra-ataques. No entanto, os contra-ataques do Goiás eram sempre pelo meio. Não havia alas como opção, pois neste esquema 4-5-1, os laterais não apareciam no ataque. Amaral, Tulio e Rithelly são jogadores de contenção, sem criatividade. E o Wellington Saci é um “armandinho”. Sacconi não jogou bem. E Rafael Moura jogava sozinho no ataque. Destes, Rafael Moura foi o único que me agradou, pela garra e combatividade. Acredita em todas as bolas. Contudo, no finalzinho da partida, foi decepcionante aquela cotovelada imbecil que ele deu no zagueiro deles: uma expulsão correta e justa. Como foram as outras duas: a de Túlio (segundo amarelo) e a de Rithelly (chute por trás).
Mas não foram as três expulsões que definiram a partida. Não. Túlio foi expulso aos 27min do segundo tempo. Naquele momento o time deles recuava (para garantir o resultado) e um jogador a menos não fazia falta na faixa de campo que a bola estava. As outras duas expulsões foram depois dos 40min, quando já não havia tempo para muita coisa, até porque o Goiás não construía jogadas que indicavam que empataria a partida. Eram lançamentos para a área, a maioria mal executados, o que ficava fácil para a defesa deles. Nenhuma jogada de linha de fundo.
Depois de uma derrota como esta, ALguma coisa tem que ser feita. Não sei quais as providências que a Diretoria do Goiás irá tomar. Também não sei se eles entendem muito de Futebol.
PRESTA ANTENÇÃO: O EDSON GAÚCHO DEU UM NÓ TÁTICO NO JORGINHO !!!
(parênteses: se o Leão não acertar com o Vasco...escreve aí, depois a gente conversa...)
Eu já tomei um comprimido para dor de cabeça. Depois de encerrar este texto, vou tomar outro. E, amanhã de manhã, vou tomar um comprimido para enjôo, para enfrentar a gozação e a quantidade de camisas vermelhas que estará passeando pela cidade.
Mas, antes, vou abrir as páginas amarelas e procurar o disk-exorcista.
AL-Braço
AL-©haer
sexta-feira, 26 de março de 2010
ih...Complicou!
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Faltando apenas duas rodadas para o encerramento da Fase Classificatória do Goianão’2010, o time do Santa Helena (invicto há seis rodadas, 5 Vitórias e 1 Empate) assumiu – com todos os méritos – a liderança. E esta liderança veio com uma vitória sobre o Meu Goiás, lá em Santa Helena.
(não escrevi antes, mas o meu amigo Gerson Lisita é testemunha: eu lhe disse, lá na PUC Goiás - pouco antes da partida - que o Goiás não venceria o Santa Helena lá...)
Ainda temos duas vagas em disputa. Com as derrotas do Goiás para o Santa Helena e a inesperada derrota do CRAC – lá em Catalão – para o Morrinhos, as equipes do Santa Helena e do Atlético Goianiense (que é o segundo colocado) já garantiram antecipadamente suas vagas para as quartas de final.
Analisando a pontuação das equipes, Goiás (25PG), CRAC e “eles” (23PG) é que têm mais probabilidades de conseguir as duas vagas. A Anapolina (21PG) ainda tem chances, mas depende de uma combinação “quase platônica” de resultados.
Vejam qual seria a combinação de resultados para a Anapolina conseguir uma vaga:
1. A Anapolina vence a Canedense, o jogo é lá em Anápolis; depois vence também o Atlético (já classificado) aqui em Goiânia; Anapolina: 27PG.
2. O Goiás não venceria nenhum de seus próximos jogos; se empatar um deles, iria a 26 PG; se empatar ambos; iria a 27PG.
3. “eles” empatam com o Goiás e perdem para o Santa Helena; “eles”: 24PG.
4. o CRAC empata com o Trindade (lá em Catalão); se o CRAC empatar o outro jogo com o Goiás, alcança 25PG; se o CRAC vencer o Goiás, alcançaria 27PG (desta maneira, o Goiás pararia em 26PG)
Ou seja, A Anapolina pode se classificar terminando com os mesmos 27PG (empatada com Goiás ou CRAC).
O “complicado” do título deste “pôsti” é que o Meu Goiás corre o risco de não se classificar. É bem verdade que “basta uma vitória” em dois jogos para que o Goiás garanta a sua classificação, mas – sinceramente – vejo pela frente um “pouquinho de sofrimento”.
Pelas dificuldades que o Goiás vem enfrentando e, considerando que “eles” vêm de três vitórias consecutivas, não vai ser nada fácil a partida do próximo Domingo contra “eles” lá no campo “deles”. Uma vitória “deles” mantém as chances “deles” de classificação. Então “eles” vão “morder a grama”. E a torcida “deles” vai “entrar em campo”. O Goiás, se perder esta partida, ainda terá uma chance, na última rodada contra o CRAC, aqui em Goiânia. Pode ser que o Trindade “apronte” para cima do CRAC lá em Catalão (como “aprontou” para cima do ACG) e, talvez o CRAC chegue na última rodada desmotivado, sem chances. Mas, não seria bom o Goiás ficar contando com isto.
Sei não...tô sentindo cheiro de que o Meu Goiás...(não vou nem escrever...só de pensar já me dá náuseas...)
O que eu posso dizer é o time do Goiás não me inspira confiança para esta partida contra “eles”. Se o Goiás vencer, vai ser uma surpresa, para mim.
Vamos considerar que a tarefa da Anapolina vai ser muito difícil (pois a classificação não depende somente de seus resultados) e que o CRAC realiza uma campanha muito instável.
Então, para as duas vagas restantes, meu pALpite é que ficarão com Goiás e “eles”.
(não escrevi antes, mas o meu amigo Gerson Lisita é testemunha: eu lhe disse, lá na PUC Goiás - pouco antes da partida - que o Goiás não venceria o Santa Helena lá...)
Ainda temos duas vagas em disputa. Com as derrotas do Goiás para o Santa Helena e a inesperada derrota do CRAC – lá em Catalão – para o Morrinhos, as equipes do Santa Helena e do Atlético Goianiense (que é o segundo colocado) já garantiram antecipadamente suas vagas para as quartas de final.
Analisando a pontuação das equipes, Goiás (25PG), CRAC e “eles” (23PG) é que têm mais probabilidades de conseguir as duas vagas. A Anapolina (21PG) ainda tem chances, mas depende de uma combinação “quase platônica” de resultados.
Vejam qual seria a combinação de resultados para a Anapolina conseguir uma vaga:
1. A Anapolina vence a Canedense, o jogo é lá em Anápolis; depois vence também o Atlético (já classificado) aqui em Goiânia; Anapolina: 27PG.
2. O Goiás não venceria nenhum de seus próximos jogos; se empatar um deles, iria a 26 PG; se empatar ambos; iria a 27PG.
3. “eles” empatam com o Goiás e perdem para o Santa Helena; “eles”: 24PG.
4. o CRAC empata com o Trindade (lá em Catalão); se o CRAC empatar o outro jogo com o Goiás, alcança 25PG; se o CRAC vencer o Goiás, alcançaria 27PG (desta maneira, o Goiás pararia em 26PG)
Ou seja, A Anapolina pode se classificar terminando com os mesmos 27PG (empatada com Goiás ou CRAC).
O “complicado” do título deste “pôsti” é que o Meu Goiás corre o risco de não se classificar. É bem verdade que “basta uma vitória” em dois jogos para que o Goiás garanta a sua classificação, mas – sinceramente – vejo pela frente um “pouquinho de sofrimento”.
Pelas dificuldades que o Goiás vem enfrentando e, considerando que “eles” vêm de três vitórias consecutivas, não vai ser nada fácil a partida do próximo Domingo contra “eles” lá no campo “deles”. Uma vitória “deles” mantém as chances “deles” de classificação. Então “eles” vão “morder a grama”. E a torcida “deles” vai “entrar em campo”. O Goiás, se perder esta partida, ainda terá uma chance, na última rodada contra o CRAC, aqui em Goiânia. Pode ser que o Trindade “apronte” para cima do CRAC lá em Catalão (como “aprontou” para cima do ACG) e, talvez o CRAC chegue na última rodada desmotivado, sem chances. Mas, não seria bom o Goiás ficar contando com isto.
Sei não...tô sentindo cheiro de que o Meu Goiás...(não vou nem escrever...só de pensar já me dá náuseas...)
O que eu posso dizer é o time do Goiás não me inspira confiança para esta partida contra “eles”. Se o Goiás vencer, vai ser uma surpresa, para mim.
Vamos considerar que a tarefa da Anapolina vai ser muito difícil (pois a classificação não depende somente de seus resultados) e que o CRAC realiza uma campanha muito instável.
Então, para as duas vagas restantes, meu pALpite é que ficarão com Goiás e “eles”.
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Sobre o rebaixamento, a Canedense está quase lá, mas não se pode afirmar se cai ou não, porque tá tudo embolado na ponta de baixo da tabela.
AL-Braço
AL-©haer
AL-Braço
AL-©haer
quinta-feira, 4 de março de 2010
Mais emoções no Goianão 2010
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Outro dia, falei aqui que a surpresa do Goianão 2010 era a Anapolina, que terminou o primeiro turno na primeira colocação.
Hoje, completamos um terço do segundo turno. Já foram três rodadas. Faltam 6 para o final do segundo turno. Nestas três rodadas, a Anapolina decepcionou, perdendo duas e empatando uma. Correndo for fora vinha a equipe do Santa Helena. Nas três primeiras rodadas do segundo turno, o Santa Helena perdeu fora de casa para o Atlético (protestando bastante contra a arbitragem, com razão), mas obteve duas excelentes vitórias, jogando em sua casa: 2 a 0 contra a própria Anapolina e uma vitória de goleada por 5 a 1 contra o CRAC.
O Meu Goiás venceu a Canedense por 3 a 1, de virada, em casa; obteve uma boa vitória contra o Atlético, também jogando em casa, também de virada, 2 a 1, numa partida que foi muito disputada. Isto deu um “suspiro” ao Goiás, mantendo-o no G4 e confirmou a ascensão da equipe. Contudo, hoje o Goiás não conseguiu superar a equipe do Trindade, lá em Trindade. Um empate por 1 a 1.
O resultado disto tudo é que o Santa Helena já está na segunda colocação, superando o Goiás e o CRAC nos critérios de desempate. Ou seja, a sensação de momento é o Santa Helena.
A novidade da terceira rodada do segundo turno foi a vitória do Itumbiara sobre eles, na casa deles, o que tirou a equipe do Itumbiara da incômoda zona de rebaixamento. Foi a terceira derrota seguida deles e, apesar da chegada de um novo (e antigo, no sentido de já conhecido) técnico, vê-se que eles ainda vão sofrer muito na tentativa de chegarem ao G4, ao final do segundo turno. Há chance. Ainda temos 18 pontos a serem disputados. Mas não vai ser fácil para eles.
A equipe do CRAC está muito instável. Nas últimas quatro rodadas, perdeu duas partidas por goleada, jogando fora de casa. O que leva a crer que o CRAC também terá dificuldades para chegar no G4, ao final da Fase Classificatória, pois irá enfrentar Goiás e Atlético fora de casa.
O técnico Geninho veio para o Atlético. Na minha opinião foi uma ótima contratação. O Geninho costuma armar suas equipes num 3-5-2 em que os três zagueiros são bem treinados e ficam bem eficientes. Ainda não deu tempo para o Geninho organizar a defesa do Atlético. Mas o Atlético continua com a sua vocação para marcar gols. Hoje, por exemplo, venceu a Canadense por 8 a 1 e se isolou na primeira colocação no Goianão 2010.
A próxima rodada promete mais emoções, pois teremos os confrontos Anapolina x Goiás, Atlético x eles, CRAC x Canedense e Itumbiara x Santa Helena. Tanto Anapolina, quanto Itumbiara estarão pressionados a vencer seus adversários, pois a Anapolina não pode se distanciar do G4 e o Itumbiara não quer voltar para a zona do rebaixamento. Dois desafios para Goiás e Santa Helena. O Goiás para confirmar que está sedimentando sua posição no G4 e o Santa Helena para confirmar que estará disputando uma das vagas para as semi-finais. O CRAC deve vencer a Canedense, apesar de que alguma coisa deve acontecer lá pelas bandas de Senador Canedo, após a derrota por 8 a 1 para o Atlético. Se o CRAC não vencer a Canedense, podemos começar a duvidar que o CRAC se classificará para as semi-finais. E, quanto a eles, lá no campo do Atlético, podemos considerar “zebra” se eles conseguirem, ao menos, um empate. O Atlético só não vence se acontecer um desastre, destes que só acontecem mesmo no Futebol.
Tá interessante este Goianão 2010.
AL-Braço
AL-©haer
Hoje, completamos um terço do segundo turno. Já foram três rodadas. Faltam 6 para o final do segundo turno. Nestas três rodadas, a Anapolina decepcionou, perdendo duas e empatando uma. Correndo for fora vinha a equipe do Santa Helena. Nas três primeiras rodadas do segundo turno, o Santa Helena perdeu fora de casa para o Atlético (protestando bastante contra a arbitragem, com razão), mas obteve duas excelentes vitórias, jogando em sua casa: 2 a 0 contra a própria Anapolina e uma vitória de goleada por 5 a 1 contra o CRAC.
O Meu Goiás venceu a Canedense por 3 a 1, de virada, em casa; obteve uma boa vitória contra o Atlético, também jogando em casa, também de virada, 2 a 1, numa partida que foi muito disputada. Isto deu um “suspiro” ao Goiás, mantendo-o no G4 e confirmou a ascensão da equipe. Contudo, hoje o Goiás não conseguiu superar a equipe do Trindade, lá em Trindade. Um empate por 1 a 1.
O resultado disto tudo é que o Santa Helena já está na segunda colocação, superando o Goiás e o CRAC nos critérios de desempate. Ou seja, a sensação de momento é o Santa Helena.
A novidade da terceira rodada do segundo turno foi a vitória do Itumbiara sobre eles, na casa deles, o que tirou a equipe do Itumbiara da incômoda zona de rebaixamento. Foi a terceira derrota seguida deles e, apesar da chegada de um novo (e antigo, no sentido de já conhecido) técnico, vê-se que eles ainda vão sofrer muito na tentativa de chegarem ao G4, ao final do segundo turno. Há chance. Ainda temos 18 pontos a serem disputados. Mas não vai ser fácil para eles.
A equipe do CRAC está muito instável. Nas últimas quatro rodadas, perdeu duas partidas por goleada, jogando fora de casa. O que leva a crer que o CRAC também terá dificuldades para chegar no G4, ao final da Fase Classificatória, pois irá enfrentar Goiás e Atlético fora de casa.
O técnico Geninho veio para o Atlético. Na minha opinião foi uma ótima contratação. O Geninho costuma armar suas equipes num 3-5-2 em que os três zagueiros são bem treinados e ficam bem eficientes. Ainda não deu tempo para o Geninho organizar a defesa do Atlético. Mas o Atlético continua com a sua vocação para marcar gols. Hoje, por exemplo, venceu a Canadense por 8 a 1 e se isolou na primeira colocação no Goianão 2010.
A próxima rodada promete mais emoções, pois teremos os confrontos Anapolina x Goiás, Atlético x eles, CRAC x Canedense e Itumbiara x Santa Helena. Tanto Anapolina, quanto Itumbiara estarão pressionados a vencer seus adversários, pois a Anapolina não pode se distanciar do G4 e o Itumbiara não quer voltar para a zona do rebaixamento. Dois desafios para Goiás e Santa Helena. O Goiás para confirmar que está sedimentando sua posição no G4 e o Santa Helena para confirmar que estará disputando uma das vagas para as semi-finais. O CRAC deve vencer a Canedense, apesar de que alguma coisa deve acontecer lá pelas bandas de Senador Canedo, após a derrota por 8 a 1 para o Atlético. Se o CRAC não vencer a Canedense, podemos começar a duvidar que o CRAC se classificará para as semi-finais. E, quanto a eles, lá no campo do Atlético, podemos considerar “zebra” se eles conseguirem, ao menos, um empate. O Atlético só não vence se acontecer um desastre, destes que só acontecem mesmo no Futebol.
Tá interessante este Goianão 2010.
AL-Braço
AL-©haer
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Goianão'2010 - Final do Primeiro Turno
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Terminado o Primeiro Turno do Goianão 2010, podemos apontar três surpresas.
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A primeira delas é a Anapolina na primeira colocação. Não estou desmerecendo os excelentes resultados da "Xata". Não. Os números falam melhor: apenas uma derrota, para a Canedense, um deslize. Sem falar a goleada sobre o Meu Goiás, em pleno Estádio da Serrinha.
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A segunda surpresa fica por conta dos péssimos resultados do time do Itumbiara. No papel, um time bem montado, com o retorno de jogadores que já conquistaram o título goiano. Mas, parece que - desta vez - o "grupo" está meio "contaminado" lá pelas bandas da fronteira.
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A terceira surpresa é o fato de o Goiás não estar entre os quatro primeiros (que, ao final do segundo turno, classificam para as semi-finais). O Goiás está em sexto lugar. Mesmo estando a dois pontos do quarto colocado, é inaceitável esta situação.
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O Atlético Goianiense está bem no campeonato, mantendo a sua característica de uma equipe que procura o gol. E acha! O ACG é o ataque mais positivo da competição. A novidade é que o técnico Artur Neto se desentendeu com o Diretor de Futebol e agora o ACG está a procura de um novo técnico. O novo técnico vai ter que se adaptar e a equipe também terá que se adaptar à nova filosofia. A Copa do Brasil seque em paralelo. No Goianão, o ACG está apenas 3 pontos (uma vitória) na frente do Goiás. É...o pessoal lá da gloriosa "Campininha" precisa colocar as barbas de molho...
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Outra novidade é que o técnico Jorginho passou a faixa de capitão, que há anos era do São Harlei, para o Fernandão. A princípio, pode não significar nada de importante. Mas pode significar muito. Vamos aguardar os resultados. O Goiás também tem Copa do Brasil. Mas não pode tirar os olhos do Goianão. Sei não...
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AL-Braço
AL-©haer
AL-©haer
domingo, 14 de fevereiro de 2010
entramos no G4
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As primeiras três rodadas deste Goianão'2010 foram um desastre: o Meu Goiás era o lanterna.
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Na quarta rodada, um empate. Permanecíamos em último lugar.
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Nas quatro últimas rodadas, bastaram 3 vitórias e 1 empate e chegamos ao G4.
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Tranquilo.
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AL-Braço
AL-©haer
As primeiras três rodadas deste Goianão'2010 foram um desastre: o Meu Goiás era o lanterna.
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Na quarta rodada, um empate. Permanecíamos em último lugar.
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Nas quatro últimas rodadas, bastaram 3 vitórias e 1 empate e chegamos ao G4.
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Tranquilo.
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AL-Braço
AL-©haer
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
2 a 0 "neles": básico.
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E o melhor de tudo é que "eles" jogaram melhor que o Meu Goiás.
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O Mundo á Assim. A Vida é Assim.
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Ou, o corolário:
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Assim é o Mundo. Assim é a Vida.
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AL-Braços
AL-Chaer
E o melhor de tudo é que "eles" jogaram melhor que o Meu Goiás.
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O Mundo á Assim. A Vida é Assim.
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Ou, o corolário:
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Assim é o Mundo. Assim é a Vida.
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AL-Braços
AL-Chaer
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