(poesia visuAL / "A Tática: Futebol" / Série "Futebol em Movimento")

( poesia visual / "Copa do Mundo" / Série "Futebol em Movimento" )

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Ainda sobre Brasil x Peru

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Foi fácil. A seleção do Peru, lanterna isolada das Eliminatórias Sulamericanas, confirmou seu favoritismo para perder a partida e voltou para Lima com mais 3 gols sofridos (é a defesa mais vazada com 26 gols), completando 7 derrotas. Nestas eliminatórias para a Copa de 2010, o time do Peru apenas venceu uma partida, por 1 a 0, lá em Lima enfrentando a Venezuela. Até o momento, a equipe do Peru empatou 4 partidas, uma delas, quando recebeu o Brasil, em Lima.

Ou seja, o Brasil não fez mais que sua obrigação.

Do jogo, selecionei dois comentários que ALcho relevantes.

O retorno de Kaká. Mesmo vindo de uma contusão, mesmo não estando na sua melhor forma física, mesmo sem ritmo de jogo, Kaká faz a diferença. Foi um dos que mais correu em campo e, com sua habilidade, em especial seus toques de primeira (como se estivesse jogando Futebol de Salão), vemos que, se seus companheiros treinarem mais e ficarem mais atentos, o Kaká sempre proporcionará tabelas rápidas a caminho do gol da equipe adversária. O problema (eterno!) é que a Seleção tem pouco tempo para treinar.

Outro fato, que para muitos foi surpresa, foi Ronaldinho Gaúcho ter conquistado a posição de “meio-de-banco”. Alguns comentaram que Dunga deveria manter o Ronaldinho Gaúcho de titular, pelo fato do jogo ser na “terra dele”, pelo fato de ser uma partida contra uma fraca seleção que não ofereceria muita resistência, pelo fato de ser uma oportunidade do Ronaldinho Gaúcho se redimir da péssima atuação contra o Equador. Mas não. Desta vez - vamos admitir! - o Dunga foi realmente um “Técnico” e acertou em não escalar o Ronaldinho Gaúcho. Entrevistado, antes de iniciar a partida, o Dunga chegou a minimizar o fato de o Ronaldinho Gaúcho estar no banco de reservas, dizendo que o atleta tinha se desgastado muito na partida anterior, na altitude equatoriana e que estava sendo “poupado” e que, no decorrer da partida, seria uma ótima opção para a nossa Seleção. Na verdade, o Dunga foi extremamente educado e elegante com relação ao Ronaldinho Gaúcho, pois o que realmente aconteceu é que o Ronaldinho Gaúcho não está jogando Futebol para ser nem banco da nossa Seleção. Na metade do segundo tempo, Ronaldinho Gaúcho entrou em campo: uma lástima. Se tivesse ficado na sua posição de “meio-de-banco”, teria sido melhor para a imagem de seu Futebol (que já está péssima). Contra a fraca equipe do Peru, que tem a pior defesa das eliminatórias, Ronaldinho Gaúcho não fez nada que nos fizesse lembrar aquele jogador que já foi “o melhor do Mundo”. Foi. Um dia foi. Agora, parece que ele não tem mais entusiasmo em jogar Futebol. Parece que jogar Futebol está sendo uma coisa muito enfadonha para o Ronaldinho Gaúcho. É uma pena. Com tanto talento e uma ascensão meteórica, onde conquistou os principais Títulos, de Campeão do Mundo e “Melhor Jogador do Mundo”, caiu numa descendência e não mostra sinais de recuperação. E, o que é pior, não tem contusões recorrentes, o que poderia ser uma desculpa. Não há como justificar o atual estado do Futebol de Ronaldinho Gaúcho. Só nos resta lamentar e acompanhar a derrocada deste jogador.


Mas, como sempre, o Brasileiro, com sua criatividade, rico em piadas e gozações, busquei um vídeo que foi amplamente divulgado como justificativa, da primeira vez que o Dunga não chamava o Ronaldinho Gaúcho para a Seleção, lá no início da carreira de Dunga como Técnico. Na época, muitos internautas colocaram no YouTube aqueles dribles que um jovem e promissor Ronaldinho deu num Dunga prestes a abandonar o Futebol. Foi num GRE-NAL...

As imagens falam por todas as palavras:

http://www.youtube.com/watch?v=Mes2LJcg5Tk

AL-Braço
AL-©haer

domingo, 5 de abril de 2009

efeitos especiais - 01

Ibrahimovic.

(sem comentários)

segunda-feira, 30 de março de 2009

E a Seleção se livrou de uma goleada

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É, caríssimas Leitorcedores e caríssimos Leitorcedores...a nossa Seleção foi lá no Equador e só não volta de lá com uma goleada, porque os Deuses do Futebol ajudaram muito e o goleiro Júlio César está no melhor momento de sua carreira como jogador. Eu não gosto muito do Júlio César. Quando jogava no Flamengo, ele tinha uma grande deficiência nas bolas rasteiras. Mas, devo admitir que, depois que foi jogar na Itália, tem se apresentado como um dos melhores goleiros em atividade. Na seleção, Júlio César tem tido um ótimo aproveitamento. Nestas eliminatórias, o time do Brasil tem levado poucos gols e isto se deve ao momento que vive o Júlio César. Mais experiente. Imagino que deve ter um ótimo preparador de goleiros responsável por esta evolução do Júlio César. A cada jogo que vejo Júlio César jogar, pelos campeonatos da Europa e pela Seleção, devo concordar que o Brasil está muito bem servido com seu goleiro titular.

No mais, com exceção do Luizão, os demais jogadores foram sofríveis.

Claro que o Brasil sentiu a ausência de Kaká. Mas o Robinho e o Ronaldinho Gaúcho estavam em campo e deveriam chamar a responsabilidade para si. Nada disto aconteceu. Apáticos, apagados e sumidos em campo. Não fizeram nada que lembre o Futebol que os projetou.

Observei, com muita atenção, o Ronaldinho Gaúcho. É de dar pena ver que este rapaz, habilidoso e talentoso, não está servindo nem para ficar no banco de reservas da seleção.

E, já que estamos falando de Ronaldinho, fiquei imaginando o Ronaldinho Fenômeno novamente na Seleção. Hoje, ainda fora de seu peso, o Ronaldinho Fenômeno tem lugar nesta Seleção. Pela determinação que temos visto nesta inacreditável recuperação do Ronaldinho Fenômeno, pelo esforço e dedicação do Ronaldinho Fenômeno, pelos gols que ele voltou a marcar, pelas suas arrancadas que parecem impossíveis, pela colocação em campo, o Ronaldinho Fenômeno – HOJE – está jogando muito mais do que muitos jogadores que têm sido convocados pelo Dunga.

Na partida contra o Equador, o Brasil teve muita sorte. A bola que Júlio Baptista chutou, bateu na trave e nas costas do goleiro do Equador, antes de entrar.

Tivemos sorte. Muita sorte. E os milagres do São Júlio César.

Marcelo? Felipe Melo? Meu Deus!!! Onde vamos parar?


AL-Braço
AL-©haer

domingo, 29 de março de 2009

até 2010 !!!

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Eles não têm mais chances de se classificarem para as semi-finais do Goianão 2009.
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Quer saber?
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Eu ALcho é pouco!
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AL-Braço
AL-©haer

Pouco a pouco, ele vai entrando em forma

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É, caríssima Leitorcedora, caríssimo Leitorcedor. O Ronaldinho, pouco a pouco, vai entrando em forma.

É lógico que um atacante nem sempre vai marcar gols em todas as partidas. E não seria diferente com relação ao Ronaldinho. Por exemplo, na partida que terminou 0 a 0 contra o Guarani, ninguém marcou gol. Acontece. Mas, o Ronaldinho esteve entre os melhores da partida.

Neste retorno (o terceiro!) do Ronaldinho, o que pudemos ver até o momento é que ele – craque! – joga bem com a bola nos pés e, também, joga bem sem a bola. Mesmo não tendo recuperado sua forma física, o Ronaldinho é sempre uma preocupação para a defesa adversária. Sabe ocupar os espaços no campo e, atraindo os marcadores, abre espaços para os companheiros.

No meio de semana, o Ronaldinho deu um show no empate contra a Ponte Preta em 2 a 2. Ronaldinho simplesmente marcou os dois gols do Corinthians. E que golaços!

O primeiro, recebendo uma bola dentro da área e, numa bela jogada, com pouco espaço, foi mais rápido que o zagueiro. Agiu como o Reinaldo do Atlético-MG: pensou 3 segundos antes do adversário (esta frase é do saudoso Roberto Drummond). Nestes 3 segundos, já sabia o que iria fazer: com a perna direita, deu um corte seco e, meio de carrinho, bateu com a perna esquerda – no cantinho – sem chances de defesa para o goleiro, que se esticou todo, sem conseguir defender.

O segundo gol foi de pênalti. E, desta vez, Ronaldinho foi frio. Bateu o pênalti no estilo “irresponsável” de um Djalminha, de um Marcelinho Carioca. Um chute fraco, colocado. A bola vai entrando de mansinho, quase no meio do gol, enquanto o goleiro salta arriscando um canto. Coisa de “moleque”, concordo! Mas coisa que só craque (e com coragem, muita coragem) tem peito para fazer.

Eu continuo ALpostando que o Ronaldinho será titular da seleção em 2010, ao lado de Nilmar. Seria uma dupla de ataque que não costuma marcar gols de cabeça, é verdade. Mas, entrosados, um colocaria o outro cara-a-cara com o gol, sem falar nos demais companheiros de equipe.

Notei que a imprensa tem diminuído a ênfase e o foco no Ronaldinho. Mas, Ronaldinho, O Fenômeno, sempre é notícia.

E que notícia boa esta volta do Ronaldinho. E o que é melhor: nos campos do Brasil!

Só faltam uns quilinhos, Ronaldinho.


AL-Braço
AL-©haer

segunda-feira, 23 de março de 2009

Águas de Março...”- cadê a bola?”

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Parece até que São José tem visitado este blog...no pôsti anterior, escrevi que o campeonato goiano iria “pegar fogo”. Não deu outra: São José mandou aquela chuva neste final de semana.

Choveu tanto durante a partida Atlético x Goiás, que o jogo teve que ser interrompido aos 39 do primeiro tempo. A paralisação durou quase 40 minutos. O árbitro reiniciou a partida, para os minutos finais do primeiro tempo e as equipes foram para o intervalo com o placar de 0 a 0 que eu tinha previsto, anteriormente.

Meu Pai dizia que a chuva não é desculpa, pois chove dos dois lados do campo. ALcho que Meu Pai dizia isto, porque não foi nem goleiro, nem meio-de-campo, nem lateral, nem atacante. Meu Pai jogou de zagueiro, o antigo quarto-zagueiro, que na verdade é o segundo(coisas da nomenclatura do Futebol). Nos dias de chuva, quem sofre menos são os zagueiros, que não tem muito que correr. Desarmar é mais fácil que construir. E o forte de Meu Pai eram as bolas pelo alto. Tirava todas de cabeça. Jogava com um lenço amarrado na testa. “Lelé, o turco do lenço branco”. Uma Lenda Viva dos Campos de Araxá.

Deixa eu fazer um parênteses e contar o episódio que fez Meu Pai abandonar o Futebol. Estavam jogando o time dele, o Arsenal de Araxá, contra um time de Uberaba. O jogo era as 10 da manhã. Um sol de fritar ovo na testa (menos na testa de Meu Pai, que jogava de lenço). Meu Pai tinha passado a noite na farra e foi direto da Zona para o Estádio Fausto Alvim. O atacante que Meu Pai marcava era um negrinho magro e muito rápido (uma mistura de Dener, Robinho e Neymar). E Meu Pai, de ressaca. E aquele sol. Então, Meu Pai resolveu “puxar assunto”:

- O que você faz lá em Uberaba?

- Estudo no colégio interno dos Padres e faço o Tiro de Guerra.

A bola foi lançada nas costas de Meu Pai e quando ele viu o Bento (era o nome do negrinho) já estava na linha de fundo cruzando para o “center-for” (de “forward”) marcar 1 a 0.

No segundo tempo, a partida já estava 3 a 0 para o Time de Uberaba (Bento tinha marcado os dois outros gols) e Meu Pai continuou “puxando conversa” para ver se acalmava os ânimos do Bento. Acho que Meu Pai estava confundindo estratégia de Pôquer com Tática de Futebol.

- A que horas você dormiu ontem?

- 7 da noite.

Aí, Meu Pai se convenceu que esse negócio de Futebol já não estava mais para ele...


Voltemos à esperada partida deste Domingo, entre Atlético e Goiás. O Primeiro Tempo mostrou um Atlético procurando mais o gol, enquanto que o Goiás ficou mais plantado na defesa. Quem apareceu em campo foram dois Santos: São José, o das chuvas, aquele das “águas de março fechando o verão”, que Tom Jobim eternizou magistralmente; e São Harlei, que continua fazendo seus milagres “até de baixo d’água”.

Veio o Segundo Tempo. E o castigo veio do céu – como a água – para o Atlético, que tinha sido melhor no Primeiro Tempo. Logo no primeiro minuto, um cruzamento e a defesa do Atlético deixou Leandro Eusébio cabecear livre, para fazer 1 a 0 para o Goiás.

A chuva continuava mais branda, mas insuficiente para esfriar a cabeça da equipe atleticana. O gol sofrido descontrolou a equipe e Pituca foi expulso, complicando mais a situação. Com um jogador a mais na linha, o Goiás soube tocar a bola, apesar do campo pesado e o Atlético não conseguiu empatar. O Goiás, no final da partida, ainda ampliou para 2 a 0, resultado final.

Enquanto isto, eles empataram com o CRAC lá em Catalão: o CRAC continua em primeiro lugar no Grupo A e eles ainda têm chances de se classificarem, apesar de terem perdido a posição para o Itumbiara, que goleou o já rebaixado Anápolis, lá no Jonas Duarte. Um ponto apenas separa eles do Itumbiara. Tudo caminha para a definição da vaga na última rodada, quando eles recebem o Itumbiara aqui em Goiânia. Mas, o CRAC deve abrir o olho, pois, ainda há possibilidade de Itumbiara e eles ultrapassarem o CRAC de Catalão, nas três últimas rodadas do Terceiro Turno.

Das inúmeras partidas deste final de semana, há de salientar duas.

No Rio de Janeiro, os salários atrasados da equipe do Flamengo “jogaram mais” do que as justificativas da Diretoria tentando “chamar a responsabilidade dos jogadores” para a importância do Clássico contra o rival Vasco da Gama e a expectativa depositada de toda a “Nação Rubro-Negra”. Deu a lógica: vitória do Vasco. Até o “acima da média” Leonardo Moura cavou uma expulsão, para “descansar” na próxima rodada. Tá coerente: o time não paga seus salários, então, ele também vai ficar sem jogar.

Já em São Paulo, a partida que mais chamou atenção foi Ronaldinho x Neymar. Apesar dos anos e quilos a mais, Ronaldinho teve uma melhor participação e apareceu mais que Neymar. Mas isto aconteceria, sem surpresas, pois até no banco, Ronaldinho aparece mais que qualquer jogador em campo. Neymar é um jogador que merece todas as esperanças da torcida do Santos. Jovem, rápido, desloca-se bem, tem ótimo domínio de bola e não perde oportunidade de chutar em gol. Contudo, neste confronto entre Corinthians e Santos, Neymar não reeditou o bom Futebol que jogou nas duas últimas partidas. E isto se deve ao que foi a partida: o Corinthians jogou fechado atrás, congestionando a defesa, não dando chances aos atacantes do Santos e, nos contra-ataques, com a movimentação do Ronaldinho, o Timão sempre tinha mais de uma opção para chegar ao gol do Santos. Hoje o Ronaldinho não marcou gol, mas no gol do Dentinho, a defesa do Santos se preocupou muito com o Ronaldinho, enquanto que a bola encontrava a cabeça de Dentinho, rumo às redes, com o Fábio Costa – típico! – plantado debaixo das traves, vendo a bola passar.

Mas o melhor do Futebol Brasileiro deste Domingo veio lá do Campeonato Sergipano. Jogavam o lanterna Guarany contra o América. A partida estava empatada em 1 a 1 até os 43min do segundo tempo, quando o árbitro assinalou um pênalti para a equipe do América. Então o inusitado aconteceu: torcedores do Guarany invadiram o campo de jogo e “sumiram com a bola”. Isto mesmo! Levaram a bola e a partida foi suspensa. Será que só tinha uma bola para a partida? E as bolas extras?

Quando eu vejo acontecimentos folclóricos como este, fico imaginando, o que nossos torcedores poderão fazer, com tanta criatividade, numa partida de Copa do Mundo...


AL-Braço
AL-©haer

sexta-feira, 20 de março de 2009

Pega fogo, Cabaré !!!

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Encerrados o Primeiro e o Segundo Turno do Goianão 2009, em que as equipes do Grupo A enfrentaram as equipes do Grupo B, o que notamos foi um melhor desempenho das equipes do Grupo B, destacando-se Atlético e Goiás, que dispararam na frente dos demais.

O Terceiro Turno já teve sua primeira rodada realizada, sendo que as equipes do Atlético e do Goiás (do Grupo B) já acumularam pontos que os garantem na fase de semi-final, faltando conhecer quem será o primeiro e quem será o segundo colocado. Então, falta a definição dos dois primeiros do Grupo A, que se juntarão a Atlético e Goiás.

Neste Terceiro Turno, as equipes se enfrentam dentro de seus grupos, ou seja, cada partida “vale 6 pontos” (adoro essas frases do jargão do Futebol !).

A fórmula deste campeonato prevê o rebaixamento de quatro equipes, que serão aquelas que obtiverem, ao final dos três turnos, as quatro últimas colocações, considerando a pontuação geral, independente do Grupo a que pertencem. Hoje, estariam rebaixados: Aparecidense (7PG), Anápolis (9PG), Mineiros (15PG) e Trindade (15PG), sendo o primeiro vindo do Grupo B e os demais, do Grupo A. Destes, podemos considerar a Aparecidense e o Anápolis, praticamente, sem chances técnicas de reverter a situação. Contudo, para Mineiros e Trindade, estas duas equipes ainda podem sonhar com a classificação.

O interessante (faltando 4 rodadas para o encerramento do Terceiro Turno, portanto, cada equipe podendo somar ainda 12 Pontos) é que – se fizermos um exercício de combinações de resultados – há até a possibilidade do CRAC (atual líder do Grupo A, com 22 PG) vir a ser rebaixado.

Contudo, estando o Atlético e o Goiás no Grupo B e, considerando que estes são favoritos em três dos quatro jogos restantes (há o confronto direto, um clássico, em que não há como apontar o favorito), é grande a possibilidade de se reverter o quadro dos rebaixados, pois ao final do Terceiro Turno, podemos ter mais times rebaixados do Grupo B, que do Grupo A.

Domingo, teremos o jogo mais esperado do Campeonato, até o momento: o confronto Atlético x Goiás. Vamos ver o que acontecerá. Tentaram promover um “bate-boca” via microfone entre os técnicos PC Gusmão e Hélio dos Anjos...desnecessário, pois o jogo em si, pelo desempenho das duas equipes, já é um grande atrativo, que deverá levar um bom público ao Serra Dourada.

Para não fALar que não dei o meu pALpite, imagino que ambos os técnicos vão orientar suas equipes a jogar com cautela e, acredito que o primeiro tempo terminará 0 a 0. Talvez, no segundo tempo, teremos gols, mas estou sentindo cheiro de empate: 2 a 2.

Importante: esta previsão não foi feita pela consulta da “bôrra de cALfé”; este pALpite foi soprado via vento-Sul pelo Pai DinAL...


E eles? Chegarão a Semi-Final, ou irão diretamente para a Primeira Fase da Segundona? Difícil prever...

Vai pegar fogo !


AL-Braço
AL-©haer

quinta-feira, 12 de março de 2009

Mais alguns fenômenos

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Depois de mais uma quarta-feira de muito futebol pelo mundo afora, destaco alguns fenômenos.

ALdianto à caríssima Leitorcedora e ao caríssimo Leitorcedor que a lista de fenômenos pode ser acrescentada ao gosto de cada um. Cada um que faça a sua. Na minha lista de fenômenos vou colocar apenas os que mais me chamaram atenção:

Fenômeno Cansaço.
O Meu Goiás perdeu a invencibilidade no Goianão, para o Mineiros, jogando fora de casa. Perdeu pela contagem mínima (adoro essas frases) e, coincidentemente dois fatos ocorreram, o que podem ser a justificativa da derrota. O primeiro fato é que o técnico Hélio dos Anjos começou a cumprir a suspensão de 30 dias que lhe foi imposta pelo tribunal. Talvez a equipe sentiu falta de seu “comandante” à beira da linha do gramado. O segundo fato é que depois da viagem para Roraima (para a primeira partida da Copa do Brasil), a equipe demonstrou claros sinais de cansaço e desgaste fisco já na partida de Domingo passado (em que nós vencemos eles por 1 a 0). Pode ser que o cansaço influenciou – também – na derrota para o Mineiros. Pode ser que a equipe ainda não teve tempo de se recuperar. O que se conclui que o Goiás precisará de mais jogadores como opção para a sequencia na Copa do Brasil e – principalmente – para o Brasilerão.

Fenômeno ÔBA.
A Jataiense veio a Goiânia e não tomou conhecimento que estava jogando fora de casa, no campo do Vila Nova, o Onésio Brasileiro Alvarenga, conhecido como OBA. A Jataiense meteu 3 a 0, fora o ÔBA-ÔBA (ÔBA! Mais um trocadilhozinho simples, básico, mas necessário).

Fenômeno Inglês.
Lá na Liga dos Campeões da Europa, que é uma espécie de “Libertadores Rica”, definiram-se os 8 que vão para as quartas de final. Nenhum time italiano segue na competição. Dentre os 8 classificados, 4 são times ingleses. Torci muito para que a Juventus eliminasse o Chlesea. Mais ainda para a Internazionale do excepcional Ibrahimovic despachasse o Manchester United do não menos brilhante – apesar de chatinho - Ronaldo (o Cristiano). Fiquei com a sensação de que, nestas duas partidas, “torci para jacaré em filme de Tarzan”. Os números apontam para que os times ingleses só perderão para outros times ingleses. Ou seja, daqui a alguns meses, a probabilidade é grande de vermos uma equipe da terra dos inventores do Football conquistar a Liga dos Campeões.

Fenômeno Nacional.
Ronaldinho entrou de titular. Jogou 78 minutos. Mais de 30 mil torcedores no estádio, em dia de semana, à noite, com muita chuva. O Corinthians perdia por 1 a 0 até o final do primeiro tempo. Voltou para o segundo tempo com o empate e virou para 2 a 1, e manteve o resultado.

Detalhe: o gol da vitória foi dele.

É...ALguns fenômenos não se explicam. Se os aceitarmos como obra da natureza e vontade dos Deuses do Futebol, fica mais fácil entender.

E gosto não se discute. Como não se discute que “a bola gosta dele” (obrigado, ó saudoso Ênio Andrade!)


AL-Braço
AL-©haer

segunda-feira, 9 de março de 2009

F E N Ô M E N O S

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Se a partida entre Palmeiras e Corinthians tivesse terminada em 1 a 0 para o Palmeiras, a imagem mais divulgada, mais repetida e mais comentada seria aquela bomba que o Ronaldinho chutou “lá do meio da rua” (ah...esses chavões maravilhosos!) e que explodiu no travessão.

Se o Ronaldinho não tivesse chutado esta bola no travessão, a imagem mais comentada seria aquela jogada pela esquerda, em que ele passou o pé rolando a bola, driblando o marcador, na direção oposta a que se esperava, foi à linha de fundo e cruzou – de canhota! – na cabeça do companheiro, que obrigou o goleiro do Palmeiras a se esticar todo e tirar a bola para escanteio.

Se o Ronaldinho não tivesse feito este cruzamento, a imagem mais comentada seria aquela falta que ele sofreu (mas o árbitro não assinalou), quando o marcador o impediu de chutar para o gol, de fora da área.

Se o Ronaldinho não tivesse sofrido esta falta, a imagem mais comentada seria aquele drible “de letra” (adoro estes termos do Futebol) que ele deu na intermediária.

Se o Ronaldinho não tivesse dado este drible, as imagens mais vistas e repetidas seriam os “closes” em câmera lenta de suas arrancadas, quando ele se deslocava buscando a melhor posição para receber a bola, com o detalhe das gotas de suor saltando de seu rosto.

Mas o Ronaldinho deixou para o minuto final a melhor imagem do ano.

Escanteio pela direita para o Corinthians. A bola cruzada com o pé trocado, passando pela pequena área e, no segundo pau, o zagueiro do Palmeiras salta, mas o Ronaldinho, logo atrás, salta mais que ele e, de cabeça (que não é a sua especialidade) manda para o fundo das redes, entre a trave e outro zagueiro, empatando a partida.

O que seria um gol simples, na desatenção de uma defesa, que permitiu que um atacante adversário cabeceasse uma bola cruzada de escanteio, o que seria um gol doído para a torcida que quase comemorava uma vitória no principal clássico de sua equipe, o que seria um gol de empate, com gosto de vitória (ah...essas frases...), no apagar das luzes (olha mais uma frase aí!), passou a ser o maior acontecimento do Futebol Mundial neste dia 8 de março de 2009.

Ronaldinho, O Fenômeno, voltou a marcar gol em partidas oficiais. E voltou pela terceira vez, quando muitos achavam que ele deveria pendurar as chuteiras.

Que pendurar chuteira que nada! Na comemoração do gol, o Ronaldinho correu para se pendurar no alambrado.

O alambrado não resistiu e cedeu.

Duas coisas foram confirmadas hoje:

o peso d’O Fenômeno e o Futebol leve do Ronaldinho.

E ele ainda vai entrar em forma.

Preparem-se, ó administradores dos estádios deste Brasilzão, pois todos os alambrados vão se curvar para o Futebol do Fenômeno.

Que golaço!

Assisti o segundo tempo na casa da Minha Mãe; quando Meu Pai era vivo, era ele o meu companheiro de Futebol...agora, é ela quem faz “as vezes”; ela ficou comigo o tempo todo e, claro, perguntava por que o técnico do Corinthians não colocava logo o Ronaldinho em campo (ela também se refere a ele como Ronaldinho); quando o Ronaldinho entrou e pegou a primeira bola (aquela do drible “de letra”) ela me perguntou: “-Filho, por quê o Ronaldinho não pega a bola e corre com ela em direção ao gol?”...é, pensei, até a D. Antônia está na expectativa daquelas arrancadas do Ronaldinho...esse cara é mesmo um Fenômeno... já nos últimos minutos, falei: “-Mãe, o Ronaldinho ainda vai empatar esta partida.”...naquela hora tinha até desligado o rádio (de onde eu acompanhava o jogo do Goiás); e o gol saiu!!! e eu vibrei demais e ela achou bom o Ronaldinho ter marcado o gol, mas ficou preocupada com o lance do alambrado (Mãe sabe tudo!!!)...aí eu abracei a Minha Mãe e dei um beijo nela...

(esse foi pro Meu Pai)

“- Pai, você precisava ter visto o gol que o Ronaldinho fez hoje...a propósito, e sei que você vai concordar comigo: FENÔMENO é a D. ANTÔNIA, a sua Toninha...

AL-Braço
AL-©haer

Básico e normal

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Não fui assistir à partida NÓS 1 X 0 eles, neste Domingo.

Fiquei ouvindo pelo rádio.

Partida de Futebol em que o assunto “GUERRA ENTRE TORCIDAS” ocupa mais a mídia do que o jogo em si não merece que pessoas - que não fazem PARTE destes GRUPOS ORGANIZADOS - corram perigo.

Eu não ando armado e não faço parte de nenhuma facção.

Então, não posso, nem devo ir ao Estádio Serra Dourada (nem passo nas proximidades dele) nos dias de Goiás x Vila Nova. Sou apaixonado por Futebol, vocês sabem disto, mas por questão de SEGURANÇA PÚBLICA, é mais prudente ficar em casa, acompanhando pelo radinho, enquanto assisto pela TV a outra partida qualquer.

Hoje, dispensei a cerveja geladinha no copo especial, apesar do calor que convidava. Resolvi bater no liquidificador um leite com chocolate. Antes, coloquei a caixa de leite no freezer, para ficar bem gelado. Depois de bater no liquidificador, com duas colheres beeeeeem cheias de chocolate (não coloco a marca aqui, pois ainda não fechei com o patrocinador) a bebida fica cremosa na parte de cima, e a tonalidade marrom-escura já antecipa o gosto.

Claro que bebi antes de iniciar a partida, ainda comemorando o “chocolate” que foram os 6 a 1 para NÓS na partida anterior.

Resumindo, a partida de hoje foi sem graça. Só unzinho a zero.

Básico e normal.

Mas o “chocolate”...uma delícia.


AL-Braço
AL-©haer

quinta-feira, 5 de março de 2009

Muitos assuntos nesta quarta-feira

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Eu estava com a intenção de voltar a escrever somente após a segunda (e espero, a última) partida do Goiás neste ano de 2009 contra eles, jogo que será no próximo Domingo. Mas muita coisa aconteceu no futebol brasileiro nesta quarta-feira.

Começou a Copa do Brasil. Este torneio que é o mais democrático e ecumênico campeonato nacional e que garante uma vaguinha na Libertadores do próximo ano. Uma competição que apresenta times que foram campeões e vice-campeões em seus estados juntamente com muitos convidados compondo 64 equipes que vão se emparelhando duas a duas e, na sequencia, 32, 16, 8, 4 até chegar aos 2 que disputam o título. Um torneio rápido. É o caminho mais curto para a Libertadores. Curiosamente, é um torneio que apresenta algumas surpresas (zebrinhas), principalmente quando se inicia o Brasileirão, onde as equipes que seguem na Copa do Brasil (especialmente as da Série A do Brasileirão) têm que se desdobrar para disputar as duas competições. E é aí que “mora o perigo” (ah! esses chavões que não me abandonam...), pois algumas equipes priorizam a Copa do Brasil em detrimento ao início do Brasileirão, deixando para se recuperarem no segundo turno e, já vimos equipes sofrerem para fugir do rebaixamento, por terem priorizado a Copa do Brasil.

Por falar em Copa do Brasil, vamos comentar as partidas dos representantes goianos. O Itumbiara foi eliminado pelo Corinthians, enquanto que o Goiás eliminou o Atlético Roraima, já na partida de ida.

Acompanhei a partida do Goiás pelo rádio. Com facilidade o Goiás abriu boa vantagem de 3 gols, onde a surpresa foi que os gols foram marcados pelos volantes, Amaral (2 gols) e Ramalho (1 gol). No segundo tempo, o técnico Hélio dos Anjos poupou o atacante Felipe e o Goiás se retraiu, jogando para manter a vantagem, o que fez o adversário crescer, chegando a diminuir o marcador para 3 a 1, no final do segundo tempo, sem – contudo – conseguir o segundo gol, o que confirmaria a partida de volta. Este resultado ficou dentro da lógica. Não que a lógica seria o Goiás seguir na competição apenas com o resultado da primeira partida. A lógica seria mesmo o Goiás passar para a próxima fase, mesmo precisando da partida de volta, se compararmos as duas equipes. O Goiás vem embalado com seus resultados no Goianão, tem um elenco e um técnico superior, enquanto que o Atlético de Roraima é uma equipe ainda com características amadoras.

Vi, com muita atenção, pela Tv, a partida entre Itumbiara e Corinthians. Pela partida em si e, pela expectativa de acompanhar a volta do RonaldoO Fenômeno - a jogar no Brasil, vestindo a camisa de um time brasileiro, após 15 anos fora do país. Sobre o Ronaldo, falarei mais no final.

Vamos à partida. Apesar de que a Cidade de Itumbiara remontou a sua equipe com vários jogadores experientes (como foi no ano passado), o Itumbiara ainda não se mostrou uma equipe que brigará pelo título do Campeonato Goiano deste ano. Ainda não. Mesmo que, no papel, a equipe deste ano tem mais atrações que a de ano passado (vide Denílson e Túlio Maravilha). Do outro lado, o time do Corinthians que, depois da brilhante e incontestável conquista da Série B de 2008, vem bem no Paulistão. O Corinthians era favorito, mesmo sendo a partida lá em Itumbiara. E venceu. Mas, infelizmente, o árbitro “colaborou” com a marcação de um pênalti em favor do Corinthians, no finalzinho do primeiro tempo e as equipes foram para o intervalo com a vitória parcial do Corinthians por 1 a 0.

De volta para o segundo tempo, o técnico(?!) Artur Neto resolve colocar o Landu, um atacante rápido (que foi um dos destaques do Itumbiara na conquista do Goianão de 2008, mas que, neste ano, está na reserva) com o intuito de empatar a partida. Até aí, tudo bem. Mas, no meu entendimento, o técnico do Itumbiara substituiu mal, ao tirar o Túlio de campo. Qual foi o erro? Com o Túlio em campo, sempre tínhamos 2 jogadores do Corinthians marcando o Túlio. Com o Túlio em campo, as melhores jogadas (aquelas em que quase o Itumbiara marcou) saíam dos pés de Túlio. Sei que muita gente critica o Túlio, mas eu sou partidário de que um jogador como o Túlio, com sua experiência, com sua capacidade de se colocar dentro da área e de se deslocar para atrair os marcadores, um jogador como este só deve sair se estiver sem condições físicas, ou se estiver lesionado. Apesar de que o Landu correu muito, seu posicionamento em campo facilitou o trabalho do miolo de defesa do Corinthians. Sem um jogador enfiado entre os três zagueiros, a tarefa de parar o Landu ficava por conta dos alas e dos volantes e, quando o Landu conseguia se desvencilhar (adoro estes termos!) dos primeiros marcadores, logo vinha outro na cobertura para desarmar a jogada. Resumindo, com o Túlio em campo, mesmo se movimentando bem menos que o Landu, o Itumbiara foi melhor. Sobre o Denílson, esta partida foi – certamente – a melhor que ele fez com a camisa do Itumbiara. ALiás, esta partida foi a melhor partida que o Itumbiara jogou neste ano. Contudo, Denílson foi muito bem anulado pelo esquema que o Mano Menezes montou. E, repito, sem o Túlio em campo, o Itumbiara ficou sem uma referência no ataque. O resultado é que o Itumbiara não conseguiu marcar nenhum gol, enquanto que o Corinthians ampliava para 2a0, num gol de oportunismo e precisão do André Santos, que – numa bola sobrada dentro da grande área – bateu “de chapa”, com efeito, tirando a bola do alcance do Max, com a bola entrando no cantinho.

Foi uma noite importante para o Futebol. Qualquer jogador que tivesse passado por três cirurgias delicadas já teria abandonado a carreira. Qualquer jogador que já tivesse conquistado metade do que o Ronaldo conquistou não precisaria mais jogar Futebol. Já teria cumprido sua missão. Qualquer jogador que já tivesse alcançado a décima parte dos rendimentos que o Ronaldo já conquistou, já poderia “colocar o burro na sombra” (ah! essas expressões...). Mas não. O Ronaldo voltou a jogar Futebol. Não é à toa que ele é O Fenômeno.

E, que me desculpem os torcedores palmeirenses: tô torcendo para o Ronaldinho (pra mim ele sempre será o Ronaldinho) marcar um gol no próximo Domingo. E, vou mais ALém. Se o Ronaldinho melhorar a sua forma física e se não ocorrerem novas lesões (especialmente as musculares), não há como não convocá-lo para a Copa de 2010. De Titular.

Para finalizar, dois fatos interessantes vindos da Copa Libertadores. O Sport venceu a Campeã LDU, em Recife, por 2a0, com gol de pênalti marcado pelo Paulo Baier. Sport, 100%, dois jogos, duas vitórias. Líder de seu grupo. Já o Cléber, ex-Palmeiras, hoje no Cruzeiro, foi expulso mais uma vez. Esse rapaz é um ótimo jogador, mas parece que tem algum problema de comportamento. Será que esse Cléber tem carteira de motorista? Pois parece que ele não passa em teste psicotécnico...


AL-Braço
AL-©haer

domingo, 8 de fevereiro de 2009

NÓS 6 x 1 eles

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"chocolate, chocolate, chocolate


eu só quero chocolate..."


(Tim Maia)


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AL-Braço

AL-©haer

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Campanha DOE SANGUE PELO SEU TIME

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Esta é uma campanha que deve ser divulgada.
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Vou dar um [CTRL][C] /[CTRL][V] da matéria publicada no site da Federação Goiana de Futebol, que encabeça esta brilhante iniciativa, que ora parabenizamos!
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A campanha “Doe Sangue pelo seu Time”, realizada pela Federação Goiana de Futebol (FGF) em parceria com o Hemocentro de Goiás (Hemog) durante o Goianão 2009 já apresenta os primeiro resultados. Os torcedores que doaram sangue motivados pelo projeto nos três dias de ação, entre 21 e 23 de janeiro, resultaram em um amento de 40% na freqüência habitual do Hemog entre quarta, quinta e sexta feira.
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Ao todo 108 torcedores participaram da primeira ação da campanha que distribuiu ingressos para o clássico entre Atlético e Vila Nova, na abertura do Campeonato Goiano. Na disputa entre as torcidas, para saber qual salvará mais vidas até fim do Goianão, o Vila Nova saiu na frente com 51,4% das doações. Em segundo ficou o Goiás com 25,7% e em terceiro o Atlético, 22,8%.
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Ítalo Ramalho
Assessoria de Comunicação
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(para conferir a matéria na fonte: http://www.fgf.esp.br/default.asp)
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AL-Braço
AL-©haer

Começou o GOIANÃO 2009

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Com muita chuva, tivemos a primeira rodada do Campeonato Goiano de 2009. Nas cidades do interior, a maioria dos gramados se mostrou incompatível, pois o sistema de drenagem não conseguiu escoar a água, prejudicando a performance dos atletas e a qualidade do espetáculo (adoro estes chuvões! OOOPS! “chavões”).

Resumindo, a Cidade de Itumbiara novamente montou um time que vem para tentar o Bi-Campeonato. O Goiás tem a missão de não deixar o Itumbiara conquistar novamente o título. E o Atlético Goianiense parece ser o time mais organizado, embalado pela conquista da Série C de 2008.

Assisti pela TV ao confronto Itumbiara x Goiás e acompanhei pelo rádio o clássico entre Atlético e Vila Nova.

No empate em 0 a 0 lá em Itumbiara, vimos que ainda falta entrosamento para ambas as equipes. O Goiás, com seus novos jogadores vai demorar um pouco para se organizar, até superar a ausência do Paulo Baier e treinar o novo miolo de zaga. O time do Itumbiara, por sua vez, carece de um melhor entendimento entre os seus jogadores para cumprirem as orientações do novo técnico, Jair Pereira. Além do que, em time que joga o Túlio, há de se montar um esquema em que o time jogue em função dele, para que ele marque seus gols. O Goiás, dando sequencia à sua estatística no Brasileirão 2008, continua cometendo muitas faltas (“matar o nascimento da jogada do adversário” é uma das características das equipes comandadas por Hélio dos Anjos) e já teve o volante Ramalho expulso na primeira rodada. Como era início de campeonato, jogar com um a menos não complicou para o Goiás, porque a falta de entrosamento da equipe do Itumbiara fez com que o time não conseguisse tocar a bola com precisão para se aproveitar da vantagem de um jogador a mais na linha.

Na vitória do Atlético sobre o Vila Nova por 2 a 0, viu-se a diferença entre uma equipe bem organizada e melhor preparada fisicamente (o Atlético) e uma equipe totalmente nova, ainda sem padrão de jogo e carente de preparação física (o Vila Nova). Resultado justo e esperado. O time do Vila Nova correu muito sem a bola nos pés e se cansou. O Atlético tocou a bola e venceu com facilidade.

Imagino que, para os torcedores do Vila Nova, ficou um alerta. Mas não é um alerta com relação ao Goianão de 2009. É um alerta para a Série B. Será que o Vila Nova vai perder as duas para o ACG?

No Goianão há duas vagas em disputa para a Copa do Brasil de 2010. Isto é mais um estímulo, além da busca pelo Título. No ano passado o Sport foi o Campeão da Copa do Brasil e já tem garantido três partidas internacionais na Ilha do Retiro, na Libertadores de 2009. O Goiás quase ganhou uma edição desta Copa do Brasil. Sabemos que a Copa do Brasil é a única possibilidade de Título Nacional para o Meu Verdão. Mas, para isto, tem que – no mínimo – garantir o Vice-Campeonato em 2009, como foi em 2008.

Em tempo: a Cidade de Itumbiara colocou mais de 20 mil torcedores no JK, na partida de estréia contra o Goiás.

AL-Braço
AL-©haer

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Paulo César Baier

Confesso que fiquei surpreso com a saída do Paulo Baier. O que se fala é que não houve acerto financeiro com o Goiás para uma próxima temporada, que o salário negociado estaria ficando fora dos limites máximos estabelecidos pela Diretoria do Goiás. Não houve acordo. O Goiás, então, liberou Paulo Baier para outras negociações. Comenta-se, também, que Paulo Baier fechou um acordo verbal com o Sport e, antes mesmo de assinar o contrato com a equipe pernambucana, recebeu o dobro da proposta de uma outra equipe. Paulo Baier manteve sua palavra: assinou com o Sport por 2 anos.

Natural de Ijuí-RS, com 34 anos (completará 35 no dia 25 de outubro), Paulo Baier iniciou sua carreira em 1995 no São Luiz de Ijuí, tendo passado por várias equipes até 2002: Criciúma, Botafogo, Atlético-MG, Vasco da Gama, América-MG e Pelotas. Sua primeira conquista foi o Campeonato Cararinense, pelo Criciúma, em 1998.

Nesse período ainda era conhecido como Paulo César. A partir de 2002, de volta ao Criciúma, levou a equipe ao título da Série B, quando já era chamado de Paulo Baier e passava a se firmar como um bom lateral direito marcador de gols.

Em 2004 o Goiás contratou este lateral artilheiro. E foi no Goiás que Paulo Baier se firmou como um jogador de destaque no cenário nacional, vencendo a “Bola de Ouro” daquele ano. No ano seguinte, um esquema tático específico deixava o Paulo Baier livre para atacar (tendo suas subidas ao ataque cobertas por um volante) e não parava a sequencia de gols, também os de falta. Naqueles dois anos, Paulo Baier, jogando como lateral, marcou 22 gols pelo Goiás, sendo que, em 2005, foi artilheiro do Campeonato Goiano.

Em 2006, jogou pelo Palmeiras, ainda como lateral. Foi uma passagem um pouco tumultuada, mas – ainda assim – foi vice-artilheiro da equipe na temporada.

Retornou para o Goiás em 2007 em nova função, no meio de campo, vestindo a Camisa 10. O que estava desenhado em 2005 se confirmou: no meio de campo, jogando como um antigo ponta-de-lança, sem obrigação de marcar, Paulo Baier aliou sua técnica à experiência e, juntamente com o goleiro Harlei, o São Harlei, comandou o Goiás nestes últimos dois anos.

O ano de 2007 foi pesado. Quase que o Goiás foi rebaixado naquele ano. E foi muito pesado para o Paulo Baier, porque especialmente nas últimas partidas, os jogadores de linha jogavam muito nervosos com o fantasma do rebaixamento e, praticamente tudo ficava para o Paulo Baier decidir. A bola parecia que queimava e, então, os companheiros de equipe tratavam logo de tocar a bola para o Paulo Baier resolver. Não foi fácil.

No ano passado, Paulo Baier marcou 14 gols somente no Brasileirão, sendo superado apenas por atacantes de ofício como Kerrison, Washington, Kléber Pereira (21 gols cada), Alex Mineiro (19), Guilherme (18) e Borges (16). Seus gols ajudaram o Goiás a se recuperar depois de um desastroso início de campeonato, saindo da zona de rebaixamento para quase uma vaga na Libertadores.

Na trajetória do Paulo Baier no Goiás, o saldo foi positivo. A legendárias Camisas 2, que já foi do Zé Teodoro e a 10, que já foi do Luvanor, caíram bem nos costados de Paulo Baier. Paulo Baier jogou 204 partidas pelo Goiás, marcou 79 gols, sendo o segundo artilheiro do Goiás no Brasileirão, com um gol a menos que o ponta Araújo.

E, mais um detalhe: na história do Brasileirão por pontos corridos, Paulo Baier é o jogador que marcou mais gols. São 69 gols, desde 2003.

Vou parar por aqui, pois este “pôsti” é apenas para falar coisas boas do Paulo Baier e desejar-lhe sorte no Sport, em especial na Libertadores.


UH ! TERROR !

PAULO BAIER MA-TA-DOR !


AL-Braço
AL-©haer

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Desejos para 2009

Para o Ano Futebolístico de 2009, tenho vários desejos, distribuídos em diversas categorias, a saber:


Desejos Possíveis

Que o Goiás se mantenha na Série A para 2010, mas jogando com mais regularidade. Tudo bem que tenha o mesmo aproveitamento, que fique próximo da oitava posição. Mas que não nos faça passar a vergonha de ver o time sem querer jogar e a aflição de permanecer várias rodadas na zona de rebaixamento (sendo considerado pelos “experts” um candidato forte à Série B), para depois, os mesmos jogadores resolverem jogar e a gente ficar se lamentando que dava para chegar à Classificação para a Libertadores. Não. Em 2009 eu gostaria de ver o Goiás o ano inteiro na décima posição. O time é mediano, portanto, uma posição matematicamente mediana, exata, média aritmética ((1+20)/2=10,5; arredondando para o inteiro inferior: 10), sem sobressaltos.


Desejos Ardentes

Que o Goiás vença o Vila Nova no Campeonato Goiano. Meu Campeonato Estadual particuLAr se resume no confronto Goiás x Vila Nova. Se o Goiás será Campeão, Vice ou qualquer outra posição final, não me interessa. O que me interessa é ganhar do Vila Nova. De preferência com lances polêmicos em que a arbitragem erre a favor do Goiás. Com choradeira do outro lado é muito mais gostoso.


Desejos Urgentes

Estou iniciando a campanha “FICA, VITOR!"

“FICA, VITOR! FICA LONGE DO GOIÁS!”

Que o Goiás venda o Vitor. E a hora é essa, agora. ALiás, tá passando da hora. Vamos aproveitar que, nesta era digital, os “olheiros” só veem (o corretor ortográfico colocou o circunflexo no primeiro “e”...tsc tsc tsc...perdoem os inocentes, eles não sabem o que fazem...a partir de hoje, não há mais acento circunflexo – o “chapeuzinho” – nas palavras creem, lêem, vêem...), então os olheiros só veem os melhores lances. Eu vejo os melhores e os piores lances e, cá pra nós, colocando na balança os melhores e os piores lances do Vitor, os piores pesam mais. Muito mais. Num esquema 3-5-2, quem mais toca na bola são os alas. Então, jogadores comuns como Vitor e Rodrigo Feltri, por exemplo, acabam aparecendo por terem mais a posse de bola. Mas é “futebol de volume”, sem qualidade. Se não erram muitos passes, são destaques. Mas, no caso do Vitor, ele só levanta a cabeça para cruzar a bola para o Paulo Baier. Nos demais cruzamentos, ele chuta sem olhar. E quando resolve driblar, dribla uns três, mas acaba perdendo a bola e provocando contra-ataques. E marca mal. Que os times interessados no Vitor não estejam lendo este Blog...


Desejos que se misturam com sonhos

Que o Goiás pegue uma sequencia (vejam só, o corretor automático está acusando erro ortográfico...tolinho...não sabe ele que o trema caiu como o Vasco...já era anunciado para 2009; tudo bem que o Vasco – um dia – pode voltar, mas o trema, tadinho: ¡HASTA NUNCA MÁS!), continuando, tomara que o Goiás pegue uma sequencia “baba” na Copa do Brasil e, quando os jogos forem pra valer, que jogue feio, fechadinho, vencer em casa por 1 a 0 e empatar fora. Já pensou, o Meu Goiás Campeão da Copa do Brasil, com vaguinha na Libertadores? ¡Soy loco por Ti, America! ¡Soy loco por Ti Goiás! Soy loco por conocer Tokyo. ARIGATÔ. Petit gateau. SAIANORÁ. Norah Jones ao piano. Tokyo é uma janelinha no YouTube. Meu Amor torce contra. Ela quer ir namorar comigo em Barcelona, Dublin, Nice, Florença e Praga. Coisas de mulher. O Amor é Lindo. Ela sempre tem razão. Tokyo é muito longe. O Amor Sempre Vence.


Desejos Sulamericanos

Que a Copa SulaMiranda não atrapalhe o Meu Projeto “Décima Posição”.


Desejos Selecionáveis

Apesar de que o Zico falou, numa entrevista à Economista Lúcia Hipólito da Rede CBN, que “Seleção Brasileira é muito complicado”, gostaria de ver o Meu Ídolo como Técnico da Seleção. Aí eu teria, novamente (depois de 1986), um motivo para voltar a torcer para a Seleção Canarinho, que passaria a ser carinhosamente chamada de Seleção do Galinho. Com o Zico de técnico, eu vou até ALchar que o temperamental Luís Fabiano é craque. (temperamental, pra não falar totalmente desequilibrado emocionalmente, ou apenas um elemento que lutou com todas as forças de cotoveladas maldosas para subir na vida através do Futebol, com alguns gols e um bom empresário...)


Desejos pagodeiros: só pra contrariar

Que o Ronaldinho Fenômeno emagreça. Mas não precisa ser uns 20 quilos, não. Apenas 7 quilinhos. E, mesmo com uma barriguinha “a La Feijoada Brasileira”, que o Ronaldinho marque muitos gols no Campeonato Paulista e no Brasileirão. Aí, não terá como não convocar o Fenômeno para a Seleção. E, se o Ronaldinho voltar para a Seleção, não sai mais e será titular em 2010. Confesso: é um desejo fenomenal.


Desejos para rir muito deles

Que o Vila Nova termine melhor, na série B de 2009. Que salte da sexta para a quinta posição.


Desejos e nada mais

Que o nadador Ronaldinho Gaúcho continue fazendo o que tem feito na Seleção: nada! Sendo assim, nada mais de convocação.


Desejos surpeendentes, mas não tanto

A proposta da Diretoria do Atlético Goianiense é realizar um bom campeonato e o objetivo é manter o ACG na Série B de 2010.

Desejo que o Atlético Goianiense seja a surpresa da Série B em 2009. Sabemos que a Série B de 2009 será muito mais equilibrada. Não teremos um Corinthians “sobrando”. E, dos quatro times que subiram neste ano, três são paulistas. Com uma quantidade menor de paulistas na Série B, teremos mais emoção. Comparando o time do ACG com os demais da Série B de 2009, digo que o ACG fica – no mínimo – entre os 10 primeiros. ALcho que o ACG vai brigar por uma das quatro vagas.


Desejos espúrios

Que “aquela porção” da crônica esportiva carioca continue lutando nos bastidores e insistindo para que a CBF mude a fórmula do Brasileirão e retorne com o “mata-mata” na fase final.

Só assim para uma equipe do Futebol Carioca voltar a ter condições de se sagrar Campeã no Brasileirão – Série A.

Para um time carioca ser Campeão em um campeonato longo e anual por pontos corridos (como é o Brasileirão), não basta torcida. Há de se ter bons técnicos, bons jogadores e um elenco com opções. Para isto precisa de dinheiro. E haja dinheiro! Dinheiro que eles não têm. Ou se têm, ninguém vê. Nem os jogadores, nem os credores. Só alguns dirigentes.


Desejos para sair da rotina

Que alguma equipe impeça o tetra(hepta)-campeonato do São Paulo em 2009.


Desejos impossíveis

Que o Rogério Ceni fosse o titular absoluto no gol da Seleção Brasileira.

Mas hoje eu tô falando muito da Seleção Brasileira...como se eu torcesse para o Brasil...mas, depois do Goiás, eu torço para a Holanda, para qualquer seleção africana que estiver jogando e para o Ibrahimovic...vamos aguardar...as coisas podem mudar...vai que o Zico seja o técnico na Copa de 2010...
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Desejo finAL: FELI2009

AL-Braço
AL-©haer

sábado, 27 de dezembro de 2008

Feira Futebol TOP - 2008 (CAMISAS)

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Continuando a mostrar sobre o que se viu lá na Feira Futebol TOP, que aconteceu aqui em Goiânia, em junho de 2008, ALgora vou mostrar uma seqüência (AINDA USO O TREMA!!! cobrem-me a grafia correta somente a partir de primeiro de janeiro) de camisas.
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Antes das fotos, quero lembrar de um detalhe importante, da minha infância e adolescência: naquela época, era comum torcermos para times não somente de Goiânia, mas também de fora.
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Desde 1973, eu torço para o Goiás. Mas, naquela época, não podia apenas me raivalizar com os torcedores do Vila Nova. Eu tinha que escolher times do Rio, São Paulo, Minas e Rio Grande do Sul, para ter mais graça as gozações junto a meus amigos.
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Do Rio Grande do Sul, escolhi o Grêmio. Foi fácil: o Inter tinha as mesmas cores do Vila Nova (argh!). De Minas, escolhi o Cruzeiro, por causa do Tostão e porque um primo lá de Araxá era (e ainda é) atleticano doente. Mesmo em família, rivalidade é tudo. Em 1974, descobri o Zico numa partida final entre Flamengo e América. Não tive dúvidas: acompanharia a trajetória deste jogador (meu único Ídolo) e passei a torcer para o Flamengo. Despedi-me do Flamengo, quando o Zico também se despediu. Eu estava lá no Maracanã, na partida de despedida. Confesso que, ainda hoje, quando o Flamengo joga contra o Vasco, eu tenho uma recaída.
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Fui crescendo e, conhecendo um pouco mais da verdade do Futebol em detrimento à paixão, pouco a pouco fui abandonando os outros times, ficando apenas com a Minha Doença - Esmeraldina - diagnosticada como Goiás.
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Deixei, de propósito, para falar do "meu time" lá de São Paulo. Era o Santos. De Pelé. Eu não podia escolher outro time. Tinha que ser o time do Rei. Eu tinha assistido pela TV a Copa de 70. E, apesar de que, logo depois o Pelé encerraria sua carreira na Seleção e no Santos, eu tive o privilégio de vê-lo jogar de pertinho, lá no antigo Estádio Olímpico Pedro Ludovico, aqui em Goiânia, quando o Goiás participou, era 1973, pela primeira vez do Campeonato Nacional. Depois, li tudo que tinha acesso sobre o Rei e ficava aguardando todo domingo o programa GOL - O GRANDE MOMENTO DO FUTEBOL, só para ver os gols do Pelé. E aquele golaço de bicicleta pelo COSMOS de New York?
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Eu tenho um amigo de infância que dizia que eu não era Santista. Que eu era "pelezista". Aquilo pra mim não era uma ofensa. Era uma honra.
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Seguem as fotos de uma vitrine do Museu do Futebol (na Feira Futebol TOP) com as Camisas da História do Santos:
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(1912)
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(1918)
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(1920)
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(1930)
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(1940)
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(1950)
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(1960, a original de Pelé & Cia)
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(1970)

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(1980)
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(1990)

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(2002)




estas são a bola e a camisa do "pedala, Robinho"
quando o Santos foi Campeão Brasileiro de 2002


(confirmando a veracidade do fato e da foto)


AL-Braço
AL-©haer

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pêésse:
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dedico este "pôsti" ao escritor, roteirista, cronista e santista (e "pelezista", por quê não?), o talentosíssimo José Roberto Torero, que ALém disto tudo, escreve o Blog do Torero, minha indicALção de leitura aí no menu à esquerda; em tempo: melhor ainda, só o Blog do Lelê, sobrinho dele...deve ser "mAL de família" (tem também "linque" ALí no menu).
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sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Feira Futebol TOP - 2008 (TROFÉUS)

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Eu tinha comentado em "pôsti" anterior sobre a Feira Futebol TOP, ocorrida em Goiânia, neste ano de 2008. Pois bem, hoje, vou dedicar a mostrar alguns troféus que vi na Feira.
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As duas primeiras fotos são do Troféu de Campeão Goiano de 2008, conquista indiscutível do Itumbiara. Este troféu estava exposto no "stand" da Federação Goiana de Futebol.
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As demais fotos são de troféus que estavam expostos no Museu do Futebol, um "museu" muito bem montado. Este "museu" tinha, além de troféus, "banners" com um pouco da História do Futebol Brasileiro, fotos históricas, camisas de times de futebol, capas da Revista Placar e uma vitrine com um pouco da História do Futebol de Mesa.
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Mas, hoje, como mencionei, estou mostrando apenas os troféus. Então, continuando...

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Troféu Histórico, do ACG
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Belo (urgente e necessário, pela ocasião)
Troféu do Meu Goiás: Campeão da Série B, 1999
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Ambos troféus do São Paulo F.C.
o da esquerda, de Campeão Brasileiro, 2007;
o da direita, de Campeão Mundial, 2005.


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Caríssima Leitorcedora, Caríssimo Leitorcedor,
respire fundo
que a Taça que vem aí é
simplesmente
maravilhosa...
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esta é a Taça Libertadores da América
(do São Paulo F.C.)

mas eu fiz questão de tirar um "close"
das placas do Bi-Campeonato
do insuperável SANTOS de PELÉ & CIA.
AL-Braço
AL-©haer

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Na memória de 2008

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Neste ano de 2008, um acontecimento marcante foi a Feira Futebol TOP, aqui em Goiânia.

Uma programação extensa (conferências, debates etc), com vários stands que iam de fabricantes de material esportivo, representantes de grama natural e artificial e livraria (com títulos somente sobre Futebol).

Tinha também os stands oficiais da Federação Goiana de Futebol, emissoras de rádio gerando sua programação diretamente da Feira e até o time do São Paulo veio com seu stand, um dos maiores de todo o evento.

Vieram ídolos como Rivellino, Falcão, Careca e Neto e foi montado um Museu do Futebol com uma bem cuidada apresentação de parte da História de nosso Futebol Brasileiro.

Eu fui na condição de apaixonado por Futebol e, também, na condição de expositor. Na condição de expositor, como Vice-Presidente da Federação Goiana de Futebol de Mesa (Modalidade de 3 Toques), estivemos lá com a missão de divulgar o Futebol de Mesa, num espaço bem generoso que a nós foi dedicado, juntamente com os adeptos do Winning Eleven e do “pebolim”.

Em breve, estarei organizando o registro de tudo isto, que será apresentado, pouco a pouco, em fotos nos próximos pôstis.

Por ora, vou colocar aqui cenas de um jogo de futebol que me impressionou muito. Talvez, o que de melhor vi em toda a Feira Futebol TOP. O gramado era sintético, de pequenas dimensões. Cabia, no máximo, quatro na linha e um no gol.

As fotos que vocês verão a seguir falam por si só. E o resultado final da partida é irrelevante, uma vez que, o resumo de tudo é que na equipe de branco, vi jogadores muito mais dedicados e determinados, com mais força e raça que muitos pernas-de-pau que jogam por este Brasilzão afora.

A equipe de branco, vocês notarão, é apoiada pelo Vila Nova Futebol Clube. Pela primeira vez na minha vida de Doente pelo Goiás, eu bati palmas para o Vila Nova, pela iniciativa e apoio a este grupo que deixa a gente um pouco pequeno frente à tamanha superação.

Sem mais palavras, que seriam todas menores e incompletas, as fotos:
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AL-Braço
AL-©haer
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pêésse: para acessar a página oficial da Feira Futebol TOP, o linque é:
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http://www.futeboltop.com.br/index.php?pag=home

sábado, 13 de dezembro de 2008

Ronaldo, o Fenômeno

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Foram os italianos que deram a ele o nome de “Fenômeno”, na sua primeira passagem pelo Futebol Italiano, na Inter.

Mas, Ronaldo, o Ronaldinho Nazário, foi “Fenômeno” antes disto, quando de sua passagem meteórica pelo Cruzeiro. Muita gente foi descobrir o Ronaldo, que já foi Ronaldinho, depois que ele foi para fora, já no PSV.

Nunca vou me esquecer da frase do Técnico Ênio Andrade, quando lhe perguntaram sobre o Ronaldinho, na época.

A célebre frase de Ênio Andrade:


“- A bola gosta dele.”

Nas suas primeiras 60 partidas, Ronaldinho marcou 58 gols. Comparando com o Rei, este marcou 49 gols nas primeiras 60 partidas.

O mundo deu muitas voltas e muitas voltas foram dadas na cabeça do Ronaldinho. Insisto chamá-lo de Ronaldinho, pois ele sempre vai ser – pra mim – o Ronaldinho do Cruzeiro.

Depois que o Ronaldinho foi para a Europa, a primeira coisa que me chamou atenção foi a rápida evolução de seu físico. Em pouco tempo, sua compleição física foi drasticamente alterada. O menino franzino do subúrbio carioca rapidamente virou um trator. Um monstro. Com sua habilidade, aliada à força física, suas arrancadas rumo ao gol adversário eram dignas de espanto. E os gols eram um atrás do outro. Com a sua contratação pelo Barcelona, veio o definitivo reconhecimeto mundial, com duas Bolas de Ouro consecutivas como O Melhor do Mundo em 1996 e 1997.

Apesar de que Pelé é incomparável, Ronaldinho foi muitas vezes comparado ao Rei, mesmo sendo o Ronaldinho ruim de cabeça nas bolas altas. Na História do Futebol, poucos foram comparados a Pelé. Só por isto, realmente cabia a alcunha de “Fenôneno”, que lhe foi atribuída pelos “tifosi”, quando o Ronaldinho se transferiu do Barcelona para a Inter de Milão.

Lembro-me de quantos Domingos quando eu ia para a casa de Meus Pais, mas o motivo não era a comida da Minha Mãe; o motivo era assistir com Meu Pai, na hora do almoço, ao Ronaldinho jogar. E Minha Mãe nos chamava para a mesa e, depois de muita insistência, no intervalo, nos servíamos e levávamos os pratos para a sala de TV, com a ajuda de uma almofada, comendo sem piscar, frente às jogadas de Ronaldinho. O assunto era só o Ronaldinho. As iguarias árabes que Minha Mãe as faz com perfeição, ficavam em segundo plano. O plano de Domingo era ver o Ronaldinho com Meu Pai.

A Nike. A Nike foi a grande beneficiada com a parceria (vitalícia) com o Ronaldinho. No final das contas, a exigência para que o Ronaldinho jogasse a Final da Copa da França e a determinação de que o Ronaldinho estivesse no Grupo da última Copa, a da Alemanha, custou muito caro para a imagem de Ronaldinho.

A gente não imagina o quanto tem custado caro a carreira do Ronaldinho. Para ele. E nada me tira da cabeça que o Ronaldinho não teria tido as três gravíssimas contusões nos joelhos, se caso não tivesse seu biotipo (ou biótipo, vide Houaiss) sido tão radicalmente transformado em tão pouco tempo.

Todo ser humano tem suas fraquezas. Ronaldinho também é um ser humano, antes de mais nada. Mas as fraquezas de um Ronaldinho são muito diferentes das minhas, por exemplo. As dele saem nos jornais do Mundo inteiro. Sempre tem um “paparazzi” mirando seu canhão de alcance quilométrico para os passos de Ronaldinho. E, principalmente, para os tombos. O único “paparazzi” que fica tirando minhas fotos sou eu mesmo, para publicá-las no meu Orkut.

Definitivamente, não é simples e fácil ser um Ronaldinho, FENÔNENO!

E não serão dois joelhos parcialmente (e milagrosamente) recuperados, 14 quilos acima do peso, o cigarro e três travestis que vão fazer a gente esquecer o que é um Ronaldinho, Fenômeno. Não.

O que o Corinthians fez, ao contratar o Ronaldinho, foi – antes de tudo – de uma coragem inédita e surpreendente. Claro que tudo é negócio e, em termos de “marketing”, o retorno já está sendo fenomenal (não encontro outra palavra). E, o mais importante. O mais significativo. O Ronaldinho volta a jogar nos gramados de seu país. Do nosso país. Graças ao TIMÃO.

O Flamengo está se colocando como um marido traído: o último a saber. Mas, cá pra nós, o Flamengo teve todo o tempo do Mundo para viabilizar a contratação do Ronaldinho. E Ronaldinho deu todas as pistas. E esperou.

Mas, faz tempo que o time do Flamengo não tem nem cacife para contratar um treinador “campeão”. Um treinador “de ponta”. Jogador, então, nem pensar. O que tem salvado o Flamengo são suas revelações das categorias de base. Se este país fosse sério, o Flamengo - um dos times que mais devem aos cofres públicos – não teria o milionário patrocínio de uma empresa estatal, a Petrobrás. E, nem assim, o Flamengo chamou o Ronaldinho – sequer – para uma conversa sobre como fazer para ele jogar no time da Gávea, seu time de coração.

Mas, fora das quatro linhas e dentro delas, o Futebol não tem nada a ver com coração. Quem tem coração é o torceedor. No coração, no coração do torcedor, há outra coisa que também se chama Futebol, mas é diferente. E a Nike não recomendaria a ida de Ronaldinho para uma equipe que não utilizasse sua marca.

Torço para o Ronaldinho. Na Copa do Mundo de 2002, de madrugada, eu parava para ver o Ronaldinho, o Fenômeno. E, quando a bola chegava a seus pés, era o único momento que eu tirava as costas da poltrona.

A oportunidade que o Corinthians está proporcionando a nós, brasileiros, é o maior acontecimento do Futebol, do Nosso Futebol, nestes últimos anos.

Convidei o Ronaldinho para passar no meu teclado, antes da apresentação lá no TIMÃO.
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Coincidentemente (ma non troppo) Ronaldinho se deixou fotografar sobre as teclas "Back Space" e "Home". É isto, Ronaldinho. Volta pra casa, que ainda dá tempo de apagar algumas linhas e escrever e reescrever outras páginas.

O Futebol merece este Fenômeno. Aqui nos campos do Brasil.

Que Nossa Senhora (lá atrás, no cantinho) proteja o seu caminho!


AL-Braço
AL-©haer