(poesia visuAL / "A Tática: Futebol" / Série "Futebol em Movimento")

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quinta-feira, 28 de julho de 2011

Vila Belmiro, 27 de julho de 2011

Comecemos pelo final: Santos 4 x 5 Flamengo !

Se a caríssima Leitorcedora ou o caríssimo Leitorcedor apenas se fixar no placar, o que se pode dizer é que foi um jogão!

E foi. Um jogaço de bola! Ambos os times completos. De um lado, o Santos Campeão da Libertadores, de Ganso, Neymar e Cia. Do outro, o Flamengo – invicto – de Ronaldinho Gaúcho e Thiago Neves. No banco de reservas, 9 títulos de Brasileirão: 5 do Luxemburgo e 4 do Muricy.

Abramos um parêntesis. Para entender melhor o desdobramento deste texto, é importante atentar para duas frases que escrevi acima:

um jogaço “de bola”

Coincidentemente (nem tanto) destaquei jogadores meio-atacantes e atacantes.

Continuemos.

Já adianto que gostei demais do jogo. Eu e a Torcida do Flamengo (adoro os jargões do nosso imaginário popular).

E os golaços? O terceiro gol do Santos, o primeiro do Neymar...de dar “inveja branca” ao Messi. E o gol de falta do Ronaldinho Gaúcho? De dar “inveja branca” ao Zico.

Que foi uma partida HIS-TÓ-RI-CA, foi. Por todos os motivos que já se escreveu por essa Internet afora e que já se falou pelas resenhas pós-jogo e que se lerá amanhã pelos jornais impressos e que se repercutirá pelos programas esportivos. Mas o fator que – na minha opinião – sedimenta mais ainda o teor histórico desta partida foi a atuação de Ronaldinho Gaúcho. Desde que Ronaldinho Gaúcho retornou ao Brasil, esta foi A PRIMEIRA VEZ que ele jogou como “Ronaldinho Gaúcho”. Dizem que ele jogou desta maneira, numa partida pelo Campeonato Carioca, mas – cá pra nós – o nível técnico dos Campeonatos Cariocas da última década não pode ser referência de comparação, de modo que vou insistir que “o Ronaldinho Gaúcho” retornou a “jogar Futebol” no Brasil nesta partida contra o Santos. Repito: isto é que foi surpreendentemente histórico, pois há muito eu achava que o Ronaldinho Gaúcho já deveria ter encerrado a carreira.

Ganso em campo. Isto também é histórico! Cada vez que tenho a oportunidade de ver Paulo Henrique Ganso jogar eu já me dou por satisfeito. Ganso é, na minha opinião, o MELHOR JOGADOR BRASILEIRO (dos que jogam em gramados brasileiros e no exterior), ou seja, o MELHOR DE TODOS! Eu até estou pensando em voltar a torcer para a Seleção Brasileira, depois que o Ganso vestiu a “10”. Há 25 anos que espero um verdadeiro “Camisa 10” na Seleção (o último foi o Zico; nem o Rivaldo me entusiasmou).

E o Neymar? Já pensou se “baixasse” no Neymar a humildade de um Garrincha? Mas...infelizmente não há mais tempo para isto (e estamos em outra época)...vamos ter que aturar este “menino-craque”, que – apesar de “pop-chato-star” – tem Futebol para ganhar uma Copa do Mundo sozinho, como já o fizeram Maradona(86) e Romário(94).

Agora, passemos à parte chata deste texto.

O Futebol Brasileiro é mesmo um Futebol de jogadores de ataque. E quando esses atacantes saem habilidosos, aí nós podemos ver o quanto nossos jogadores de defesa são ruins, grossos e mentalmente “fracos” para se posicionarem em campo.

Quando eu disse que foi “um jogaço de bola”, eu quis dizer que foi um jogo em que sobressaíram aqueles que “sabem jogar com a bola” (os meias e os atacantes). Aqueles que “correm atrás da bola” (os defensores) não viram a cor dela!

Vamos nos colocar na situação do técnico Muricy: como é que pode, no futebol atual, seu time abrir 3 a 0 e não conseguir administrar a vitória? Tudo bem, é Futebol, eu sei. Mas, vamos combinar: deixar escapar uma vantagem de três gols, das duas uma: ou seu sistema defensivo é uma porcaria, ou do outro lado é o time do Barcelona. Convenhamos, o Flamengo está longe de ser um “Barcelona”.

O time do Santos é – atualmente – um dos melhores do Brasil (dividindo com Corinthians e São Paulo). E, do meio campo para frente (deixa eu exagerar e já sei que estou exagerando) é parecido com algumas Seleções Brasileiras: lembra a de 70 e a de 82, peralá que eu já explico: o ataque que vá se tratando de meter muitos gols lá na frente, porque a zaga não é tão confiável assim (vide Brito e Piazza, Oscar e Luisinho).

A “sorte” do Futebol Brasileiro em Copas do Mundo é que os atacantes habilidosos – invariavelmente - estão do nosso lado.

Precisamos “ensinar” nossos jogadores de defesa a jogarem bola. Normalmente, eles conseguem “chutar bola”. Nesta partida – HISTÓRICA – entre Santos e Flamengo as defesas “não viram a bola”.

Melhor dizendo, a defesa(?) do Santos viu um pouco mais: viu 5 bolas dentro de sua rede.

E, para não esquecer, o pênalti batido pelo Elano. Irresponsável, para não dizer aqui uma palavra chula. Teria sido menos feio se ele tivesse batido a La Copa América.

Um jogo Histórico. Foram “dar esse gás” ao time do Flamengo.

Agora, aguentam.


AL-Braço
AL-©haer

pêésse: o que me deixa triste (quase deprimido) é quando fico com a sensação de que o Parreira estava com a razão...primeiro, não levar gol; se der, vai lá e faz um...caprichos de um detalhe...

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Notícias sobre o Twittaço de 27/07/2011

até o final da manhã, estava "censurada" a hashtag #ForaRicardoTeixeira e não aparecia nos TT's; descobriram que a tag foi considerada "spam"...

...agora o Twittaço aparece com três hashtags emplacadas nos TT's:

#adeusrt (às 14 horas, esta hashtag já estava em 3o. Lugar nas TT's Mundial)



#foraoficial

#caiforaricardoteixeira

há a tentativa de se emplacar - em poucas horas - nova tag:

#ForaRtFDP

(o Twittaço continua...Twittalá !!!)





AL-Braços
AL-Chaer



Série B com gostinho de Série A

Após 13 Rodadas, que representam a marca de um terço de Série B realizada, no G4 temos Portuguesa, Ponte Preta, Paraná e Náutico, este com 23PG e 6 Vitórias.

O Meu Goiás, ou melhor, o Meu “NOVO” Goiás também já alcançou as mesmas 6 Vitórias e aparece com 18PG, na nona posição.

Analisando apenas os quatro primeiros, o Goiás já os enfrentou neste primeiro turno, sofrendo derrotas nestes confrontos: perdeu de goleada no Serra Dourada para Portuguesa e Paraná; perdeu por diferença mínima para Náutico e Ponte, fora. Destes quatro times, o que se apresentou melhor contra o “ANTIGO” Goiás foi a Portuguesa, que parece (atenção: “pa-re-ce”) ser a equipe mais equilibrada, neste um terço de competição. E, mesmo sendo aquele “ANTIGO” Goiás, o time da Ponte não me impressionou positivamente, apesar de ter vencido.

Contudo, foi a última partida, esta em que o Goiás venceu o Sport, por 2 a 1, no Serra Dourada, a melhor que assisti até o momento, na Série B. Apesar de que o Sport ainda não venceu fora de casa, vi no time do Sport uma equipe que tem boa posse de bola durante a partida, uma equipe que chega com rapidez e objetividade ao ataque e que finaliza bastante. Do outro lado, o “NOVO” Goiás, embalado e com mais de 20 mil torcedores “jogando junto” no Serra Dourada. Os mais entusiasmados podem (e devem) afirmar que foi uma partida de Série A, na Série B.

Sabemos que ainda faltam dois terços de competição para se realizar, mas – pelo que apresentaram neste confronto – Goiás e Sport caminham para disputar posições no G4.

AL-Braço
AL-©haer

terça-feira, 26 de julho de 2011

o "NOVO" Goiás

As novidades:

1. Novo técnico: Márcio Goiano (aquele!);

2. Novos jogadores: o volante Marcinho Guerreiro (aquele!), o meia Alan Bahia (aquele!) e o atacante Iarley (aquele!);

3. Nosso melhor jogador, a "promessa" que é o jovem Felipe Amorim, está fora do time...dizem que está contundido...mas, a verdade é que - no momento - sua ausência não está sendo sentida pela equipe; pelo contrário, com a sua saída, o time melhorou;

4. Duas boas e convincentes vitórias seguidas: a goleada sobre o Vitória, no Serra Dourada e a primeira vitória fora de casa, sobre o Americana;

5. A fase está tão boa, que até o Marcelo Costa (aquele!) marcou um gol, o terceiro na última partida contra o Americana;

6. Há 8 rodadas, estávamos amargando a aurora do inferno bosteal, que é ficar atrás d"eles" na tabela de classificação; no momento, o Meu Goiás, ALiás, o Meu "NOVO" Goiás está na frente d"eles", o que é o primeiro requisito para me deixar reALizado...por falar nisto, meu "pedido" para o Papai Noel são dois em um: que o Meu Goiás termine a Série B na quarta colocação, na frente d"eles".

7. A "continha" que está sendo feita é que bastam 21 vitórias para o Goiás garantir - estatisticamente - o retorno à Série A do ano que vem...faltam 14 partidas "em casa" e 12 "fora", sendo que, dos 14 jogos no Serra Dourada, dois confrontos são contra "eles"...considerando as 5 vitórias já conquistadas, faltam 16 triunfos, ou seja, o Meu "NOVO" Goiás terá que vencer outras partidas fora de casa, além desta primeira que foi sobre o Americana.

8. O "NOVO" Goiás está a duas vitórias do G4 e a uma derrota do GCu...

é...fácil não tá não...

AL-Braços
AL-Chaer

quarta-feira, 6 de julho de 2011

da letra B

...estou começando a entender o que significa a letra B da Série em que o Meu Goiás está:

uma Bela Bosta !!!

Como diria Meu Avô, com seu sotaque árabe:

Buta que Bariu !!!


AL-Braços
AL-Chaer

pêésse: no embalo, coloquei em negrito a letra C...seria uma premonição?

sábado, 2 de julho de 2011

Técnico ou Mágico?

O Gestor do Goiás – o ex-goleiro Kleber Guerra - acaba de afirmar que ainda hoje o novo técnico será anunciado. Que está tudo acertado, faltando somente um detalhe operacional. Que este técnico conhece bem o Goiás e que o Goiás o conhece bem. Que este técnico será muito bom para um longo projeto do Goiás.

Pensei em dois nomes: Zé Teodoro e Mauro Fernandes. Vamos aguardar...

Pelo que vi do Meu Goiás, em mais uma derrota fora de casa para a Ponte Preta, é que o novo técnico deverá ser um verdadeiro “mágico”, porque só sendo um bom ilusionista para fazer o Futebol reaparecer para a maioria dos jogadores deste elenco.

Nossos principais jogadores, tecnicamente falando, são o zagueiro Rafael Tolói e o meia-atacante Felipe Amorim. Nesta Bezona, até agora estão jogando muito pouco, sem reeditar suas ótimas atuações anteriores. O “São” Harlei faz seus milagrinhos básicos em todos os jogos, mas – infelizmente – não sabe sair do gol. Nesta partida contra a Ponte, levamos dois gols de cabeça (o primeiro da pequena área; o segundo, na entrada da pequena área) o que poderia ter sido evitado, se nosso goleiro fosse mais alto e tivesse a coragem e a destreza de dar um simples soco na bola. Ernando – um dos nossos pratas da casa – está sofrível. Apesar de ainda novo, tem uma vasta experiência de jogos no time principal, mas eu fiquei imaginando que o Ernando vai se aposentar no Goiás, porque qual time se interessaria por contratar esse jogador? E o Amaral, então? Está perdidinho em campo, principalmente em seu posicionamento no sistema defensivo. Quase não tocou na bola, nesta partida contra a Ponte. Marcou o nosso gol, de cabeça, mas jogou muito mal. Só gostei de três coisas que o Goiás apresentou nesta partida: da correria do Carlos Alberto, da vontade do Diniz e da volta do Douglas, um lateral direito que eu gosto muito, por sua habilidade (e torço para ele voltar a jogar bem). Se bem que, no lugar do Oziel, até o deficiente Wellington Saci (lembram dele?) joga melhor. Marcelo Costa...Meu Deus?!...esse é ridículo. Zé Antônio, ajudou o Amaral na função de quase não fazer nada em campo, enquanto que Marcão teve mais tempo com a bola nos pés, mas não produziu nenhuma jogada inteligente.

Agora, ouvir o Kleber Guerra falar que gostou da maneira que o Goiás jogou?!

Se fosse luta de box, Kleber Guerra diria assim:

“- Fiquei orgulhoso do Goiás. O Goiás foi lá e meteu a cara no braço da Ponte! ”

AL-Braço
AL-©haer 

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Goiás "de boa" !

Não resisti a este trocadilhozinho (fraquinho, mas óbvio), após a vitória do Meu Goiás sobre o Boa-Ituiutaba, pela 8a. Rodada da "Bezona" (passo, a partir de hoje, a chamar a Série B, carinhosamente, de Bezona).

De técnico interino (Artur Neto "pediu" demissão; foi substituído - temporariamente - pelo treinador de goleiros Márcio Defendi), foi mantido o esquema 3-5-2, com apenas duas alterações: Andrezinho na ala esquerda, no lugar de Marcão e Diniz, como meia armador, no lugar de um outro lá, que nem me lembro.

A rigor, não mudou muita coisa não. O Goiás continua numa correria improdutiva. A sorte do Goiás foi que marcou o primeiro gol aos 44 minutos do primeiro tempo, indo para o intervalo com vitória parcial, o que tranquilizou um pouco a equipe. E a sorte continuava do lado do Goiás, que marcou o segundo gol, de pênalti convertido por Diniz, logo no primeiro minuto do segundo tempo.

Depois disto, o técnico Márcio Defendi resolveu fazer um trocadilho pessoal lá do banco de reservas e colocou mas um zagueiro - o Valmir Lucas - no lugar do meia Diniz, para defender o resultado.

Aí o Boa-Ituiutaba ferveu para cima do Goiás e, se não fosse o "São" Harlei, talvez nesta hora eu não estivesse relativamente "de boa" escrevendo esta resenha.

Digo relativamente, porque apesar de termos subido 5 posições na tabela (saindo do esgoto do inferno do GCu), jogando lá em Campinas "eles" acharam um gol de falta e venceram o Guarani. Ou seja, "eles" continuam na nossa frente.

A Bezona é isso: é essa zona aí !

Vou terminar este texto com uma parodiazinha incidentAL:

Boa, Boa, Boa,
Boa da cara preta
perde para esse time
que tá cheio de perneta

AL-Braços
AL-©haer 

domingo, 26 de junho de 2011

cheirinho de GCu

O Meu Goiás estava "pedindo" para entrar na Zona de Classificação para a Série C, que eu - carinhosamente - tenho chamado de GCu.

É bem verdade que, na primeira e na terceira rodada, o Goiás estava no G4. Ilusão.

Depois, nas quatro rodadas seguintes, só derrota. Realidade.

Caímos no GCu.

(detalhe: "eles" continuam na nossa frente, fora do GCu

AL-Braços
AL-Chaer

sábado, 25 de junho de 2011

o coro é livre

Manifestação livre de torcedores do Goiás, reunidos lá na sede do Goiás (SERRINHA), após a goleada sofrida para a Portuguesa:

POEIRA... POEIRA...

POEIRA

TIME DE TERCEIRA !!!

AL-Braços
AL-Chaer

de 4 !!!!

Após a partida Goiás 1 x 4 Portuguesa (no Serra Dourada, DE VIRADA!!!!), recebi a seguinte mensagem do Marcos Duarte Filho:



o Goiás está sendo um ótimo comerciante.

Pague 2* e leve 4 !!!!


* explicando: a Diretoria fez a promoção do preço do ingresso a R$ 2,00; com carteirinha de estudante e/ou camisa do Goiás, o torcedor pagou apenas R$ 1,00...


AL-Braços
AL-Chaer

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Santos dá bola para a América !!!

Resolvi escrever uma resenha especiAL, para homenagear o time do Santos, Tricampeão da Libertadores da América. 


É uma mini-resenha, escrita com ALguns trocAdiLhozinhos básicos. 


Dedicada ao Torcedor José Roberto, o Torero!


***

" Santos & Cia.: Ganso...Neymar nem menos. "

" Posse de bola do Santos: Elano que se recebe. "

" Chuta que Danilo !!! "

" Gol contra numa hora dessa? Assim não Durvale !!! "

" A Bahia é de Todos os Santos, mas a Libertadores'2011 é só de um ! "

" Levantando a taça pela terceira vez: Dracena histórica! "

" A torcida vibra até ficar Arouca."

" Valeu a Peñarol !!! "


" Um Título mais do que Muricydo! "


(como está na moda, AL-Chaer também faz "merchan")

Suco de Muricy, o Sabor Campeão !

***

AL-Braço
AL-©haer 


terça-feira, 21 de junho de 2011

Reflexões reflexivas sobre o Meu Goiás

Depois dos três vexames seguidos (as derrotas para ABC, Paraná e Salgueiro), fiquei pensando o que é que está acontecendo “lá dentro” do Meu Goiás. Fica difícil entender (e aceitar) que o atual time é tão fraco.

Sabíamos que o resultado do Goiás no Goianão’2011 (o vice-campeonato) não era parâmetro para um bom desempenho na Série B.

Sabíamos que o time necessitaria de reforços.

Sabíamos que é difícil contratar jogadores para atuarem na Série B (há vários jogadores que estão disponíveis, “encostados” em seus clubes, mas que têm como última opção jogarem por um time na Série B; já foram oferecidos vários jogadores para o Goiás, mas eles preferem esperar por uma chance de se transferirem para o futebol japonês, ou o futebol árabe, ou o futebol turco, ou o futebol russo, ou o futebol português). Se nada disto se concretizar, só assim eles avaliarão a possibilidade de jogarem pela Série B. Mas não agora. Somente depois de fechada a janela de transferência.

Sabíamos que o time é carente de jogadores em todos os setores, mas eu não esperava por um time tão apático e tão desequilibrado em campo.

Mesmo o time sendo fraco – tecnicamente -, a determinação e a vontade de vencer podem fazer milagres e a equipe pode superar suas deficiências com garra. Mas – infelizmente – nem isto estamos vendo no atual momento por que passa o Meu Goiás.

Lamentável.

Mas será que os resultados se justificam apenas pela má qualidade do grupo? Ou será que “há algo de podre no Reino da Serrinha”?

Porque, se compararmos aquele time do Goiás que disputou a final da Sulamericana com o atual, vejamos:

Titulares do Goiás na final da Sulamericana: Harlei; Ernando, Rafael Tolói e Marcão; Douglas, Amaral, Carlos Alberto, Marcelo Costa e Wellington Saci; Otacílio Neto e Rafael Moura. Técnico: Artur Neto.

Titulares do Goiás contra o Salgueiro: Harlei; Rafael Tolói, Ernando e Marcão; Valdir Lima, Carlos Alberto, Zé Antônio, Diniz e Oziel; Felipe Amorim e Hugo. Técnico: Artur Neto.

1.O técnico é o mesmo.

2.O Sistema Tático é o mesmo.

3.O goleiro é o mesmo.

4.O trio de zagueiros é o mesmo.

5.Comparando os alas. Apesar de que eu sempre apostei no Futebol do Douglas (uma promessa desde os tempos de Seleção Sub-20), o Douglas daquela final da Sulamericana já se mostrava longe do futebol que o destacou. Mesmo que Valdir Lima não é lá “essas coisas”, a vontade de se manter na equipe faz com que se confie mais no empenho deste jogador. Ou seja, pior por ruim, eu diria que Valdir Lima – atualmente – é “menos pior”. Agora, vamos para a ala esquerda. Tanto Wellington Saci, quanto Oziel são duas belas porcarias. Ou seja, em questão de ala esquerda, estamos “do mesmo tamanho”.

6.Sobre os dois volantes e o meia. Calos Alberto se mantém. Antes tínhamos Amaral, agora joga o Zé Antônio. Para mim, Amaral tem mais identificação com o Goiás e – de vez em quando – marca seus golzinhos de cabeça. Quanto a Marcelo Costa ou Diniz, este ainda não se entrosou com a equipe. Contudo, apesar da experiência do Marcelo Costa, este tem sido muito vaiado pela torcida e seu futebol, que já não era nada brilhante, está cada vez mais ofuscado pela pressão, que não conseguiu superar, o que fez com que ele perdesse a condição de titular. Contudo, a entrada de Diniz não resultou em melhoria para o setor, ou seja, trocou-se “seis por meia-dúzia” (adoro esses jargões do Futebol).

7.O ataque. Vejam que interessante. A rigor, o ataque é o único setor que – atualmente – é nitidamente inferior aquele da final da Sulamericana. Seria uma sacanagem com Rafael Moura compará-lo com Hugo. E, vejam que ironia: nossa “jóia a ser lapidada” – o jovem Felipe Amorim, um dos destaques do Goianão’2011, tinha tudo para render muito mais que Otacílio Neto, mas não está conseguindo repetir na Série B, o desempenho que teve no Campeonato Goiano. Mas, isto está fácil de se explicar: parece que o Futebol de Felipe Amorim saiu dos pés e subiu à cabeça; parece que ele pensa que é o Neymar de Goiás; parece que os demais jogadores estão deixando ele como o “Joãozinho da parada”; é verdade que Felipe Amorim está sozinho lá na frente (porque com Hugo ou Guto, é o mesmo que jogar sem companheiro de ataque), mas ele está querendo resolver tudo sozinho e ainda é cedo para seu Futebol conseguir esta façanha.

Resumindo, comparando jogador por jogador, no “papel” o atual time do Goiás não é tão inferior aquele da final da Sulamericana.

Conclusão: tem alguma coisa acontecendo “lá dentro” do Goiás.

Só pode ser alguma coisa relacionada a salários e/ou premiação.

Ou será que tem gente “trabalhando” para derrubar alguém? Vai cair o técnico? Alguns jogadores devem ser dispensados? Ou negociados? Ou será que está na hora de cair toda a Diretoria?

Alguém tem que cair.

Que não seja o Meu Goiás para Série C.


AL-Braço
AL-©haer 

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Meu Goiás: Curiosidades de Momento

1.O Paraná foi rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Paranaense;

2. O Meu Goiás foi Vice-Campeão do Campeonato Goiano;

3.O Goiás recebeu o Paraná, no Serra Dourada, pela quinta rodada da Série B; resultado: Goiás 0 x 3 Paraná.

O Goiás joga a Série B com – praticamente – a mesma equipe que disputou o Goianão’2011. Isto confirma o nível (baixíssimo) do Campeonato Goiano. E confirma o óbvio: o atual time titular do Goiás é muito fraco. O banco de reservas é de dar dó.

4.A Diretoria do Goiás repetiu a promoção do ingresso a R$ 2,00 para este jogo contra o Paraná;

5. A partida às 19h30min e – mesmo assim – compareceram mais de 21 mil pagantes.

A Diretoria do Goiás é “pé-frio”. Após o terceiro gol da equipe do Paraná, vinte mil bocas entoavam em coro:


“mais um / mais um / mais um”

“au au au / timinho de 1 real”


6.Se não fosse o “São” Harlei, o Paraná teria enfiado uns 6 gols no Meu Goiás, em pleno Serra Dourada.

Mas, o curioso é que, até a terceira rodada, quando Harlei se recuperava de contusão, quem estava jogando era o goleiro Pedro Henrique. Nas três primeiras rodadas, o Goiás tinha uma das melhores defesas do campeonato, com apenas 2 gols sofridos. Foi só o Harlei voltar para a posição e, nas partidas contra o ABC e o Paraná, levamos 5 gols, acumulando 7 gols sofridos e atingindo saldo de gols negativo. Estes números servem para uma reflexão: quem está melhor, no momento, Harlei ou Pedro Henrique?  

Ou será que o Harlei, também, é “pé-frio”? Na terceira rodada, o Goiás estava na terceira posição. Com a volta do Harlei, “pulamos” para a décima terceira posição, apenas a uma “derrota” de distância do GCu.

7.Nossos melhores jogadores, o zagueiro Rafael Tolói e o meia Felipe Amorim, não jogaram nada nas duas últimas partidas.

Imaginem o resto.

Como dizia Meu Pai:

O Goiás está crescendo igual rabo de cavalo...para baixo.


AL-Braço
AL-©haer 

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Parabéns ao Vasco da Gama da Gláucia!!!

A "pedido" da Gláucia, a Vascaína mais Linda do Mundo e de Goiás !!!


A imensa torcida do Vasco da Gama por este Brasilzão afora está de Parabéns!

O Vasco é uma equipe tradicional, com uma belíssima história no Futebol Brasileiro, dentre elas, citaria alguns momentos importantes:

- já teve quase um time inteiro selecionado (foram 8) para a Seleção Canarinho, na década de 50, melhor dizendo, na Copa de 1950, jogando em casa, quando o Brasil provou - pela primeira vez - o sabor de ser Vice (perdão, Gláucia, não resisti !!!);

- revelou para o Mundo (para citar os mais recentes) jogadores como Roberto Dinamite, Romário e Edmundo;

- Meu Pai era Vascaíno.

Roberto Dinamite é simplesmente o Maior Artilheiro da História do Brasileirão;

Romário - além de ter feito 1000 gols - é considerado pelo Cruyiff o Melhor Jogador que ele viu jogar "dentro da área";

já ouvi alguns Vascaínos falarem que Edmundo foi melhor que Romário...na minha opinião, foi um dos jogadores mais habilidosos que vi jogar.

A Copa do Brasil se tornou um torneio importante, depois que passou a conceder ao Campeão uma vaga para a Libertadores. O Vasco já está lá, onde todos os times querem chegar. Com méritos. Com todos os méritos. Pois em campeonato "mata-mata", o mérito não é a campanha, o mérito é "passar". E o Vasco da Gama soube passar por todos os adversários, inclusive o Coritiba, com o impressionante retrospecto alcançado no primeiro semestre de 2011.

Foi uma conquista heróica!

De um torcedor Vascaíno, que veio do Nordeste (na década de 70) e radicou-se no Rio de Janeiro:

" - Êitcha time de cabra-macho, visse !!! "


(e, cá pra nóis, o "Dinamitê...TÁ LÁ !!!" merecia um Título importante como este !!!)

AL-Braços
AL-Chaer

pêésse: casei-me com uma Vascaína...vai entender o Futebol...vai entender o Amor...

Futebol é Futebol é Futebol é Futebol!

O Amor é Lindo!

Vantagens e Desvantagens da Série B

1. Vantagens

- Nenhuma.

2. Meias-vantagens

- "eles" já estiveram no GCu e ainda não estiveram no G4.

3. Desvantagens

- saímos do G4.

4. Desvantagens do Esgoto do Inferno

- "eles" estão na nossa frente.




Lembrei-me agora daquele picolé da Kibom*:

o Ki-Merda !

AL-Braços
AL-Chaer

* atenção, Advogados de Plantão!!! Digitei com "m" no final !!! Nem venham me processar. Eu já tô na Série B. Tenham compaixão de mim...

domingo, 5 de junho de 2011

Sim! Tem coisa boa nessa vidinha de Série B...

Foram só 3 rodadas, mas já há o que comemorar.

1.O Meu Goiás está no G4, novamente. Apenas na segunda rodada esteve fora. Na primeira rodada, era o 4º colocado. Na terceira, já é o 3º. Um ótimo início de competição.

2.“eles” já estiveram no GCu (zona de classificação para a Série C) na primeira rodada. Na segunda rodada, melhoraram um pouquinho e, agora, após a terceira rodada, caíram duas posições na tabela, permanecendo no GNEM (nem sobe, nem desce). Que “eles” continuem assim. Descendo.

Tô nem aí. Vou comemorando enquanto posso !!!

(he he he)


AL-Braço
AL-©haer

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Essa eu não posso deixar de postar

Sei que é gozação contra o Meu Goiás, mas como a piada é muito boa (e por ter um certo fundo de verdade) e pelo fato de que eu sou sempre partidário do bom humor e do riso, coloco aqui um comentário de meu aluno Rubens Aguiar (lá do facebook) a respeito da promoção que a diretoria do Goiás fez para o jogo contra o ASA, aqui no Serra Dourada (inteira: R$2,00; com a camisa do Goiás, R$1,00):

"fiquei sabendo que SEM a camisa do Goiás, pagava-se inteira, COM a camisa do Goiás, pagava-se meia entrada e COM a camisa, short e meião era escalado pro time titular."

AL-Braços
AL-Chaer

pêésse: Série B é isso aí !!!

O bem que faz uma vitória por goleada

Vencer em casa é quase que uma obrigação. Na Série B, então, uma vitória em casa é sempre urgente! O Meu Goiás venceu o ASA por 4 a 1, aumentou o saldo de gols e a quantidade de gols marcados, o que traz uma semana de tranquilidade para a equipe e faz a gente esquecer a derrota de 1 a 0 para o Náutico, lá em Recife, na rodada anterior.

Mas o placar não reflete o que foi o jogo. Não. Não foi uma vitória fácil, apesar do placar elástico (adoro estes jargões do futebol).

Vejam as curiosidades desta partida:

1. No geral, houve equilíbrio em posse de bola. O Goiás não “sufocou” o adversário.

2. Em alguns momentos da partida, parecia que era o ASA que jogava em casa. O ASA apresentava o que chamamos de “falso domínio” da partida. O esquema ofensivo do ASA, com boas trocas de bola surpreendia, especialmente por estarem jogando fora de casa. Contudo, esbarrava no que o Goiás tem de mais organizado, que é o sistema defensivo com três zagueiros e cinco protegendo.

3. O esquema 3-5-2 do Artur Neto funcionou como manda o figurino (olha aí outra frase feita que eu sou fã). Dos quatro gols, três foram de contra-ataques, com destaque para a rapidez do jovem Felipe Amorim.

4. A defesa do ASA é o ponto fraco deles. E eles são azarados: o Guto marcou três gols. Vou repetir, com três exclamações no final: o Guto marcou três gols!!!

E, o mais interessante de tudo foi o preço do ingresso: R$2,00 (“dois real”); com carteirinha de estudante, ou com a camisa do Goiás, pagava-se meia entrada. Até o início da partida, parecia que a promoção seria um fiasco, pois estimava-se, naquele momento, cerca de 3 mil presentes no estádio. Na verdade, lá de fora tinha mais de 15 mil na fila para comprar ingresso. O problema é que não havia troco suficiente para compras com notas de 10 e muita gente chegava com nota de 20 e até com nota de 50. Isto porque foi feita uma campanha para que o torcedor levasse o dinheiro trocado. Uma confusão geral. O pessoal pedindo para que os portões fossem abertos. Começou o segundo tempo e ainda tinha gente entrando. No final das contas, foram 18 mil pagantes. O que prova que, se o time é ruim, mas o ingresso é barato, o torcedor comparece.

Por enquanto, o Goiás é 100% no Serra Dourada. Tá bom. Que Deus conserve! Vai ficar ótimo, quando começarmos a conquistar pontos fora de casa.

AL-Braço
AL-©haer 

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Resumo de Atlético Goianiense 0 x 1 Fluminense

O time do Fluminense “achou” um gol aos 11 minutos do primeiro tempo.

Depois do gol, fechou-se na retranca. Isto mesmo, passou a jogar fechadinho, lá atrás e até o Deco voltava para combater no meio de campo, ajudando os volantes.

O time do ACG teve, portanto, cerca de 1 hora e 20 minutos para tentar o empate, pelo menos, quando o Fluminense esperava surpreender em contra-ataques.

Nada disto aconteceu e terminou 1 a 0 para o Fluminense.

Partida ruim: o Fluminense jogou mal e o ACG não jogou bem.

Em tempo: tá dando certo a “macumba” que a torcida do Goiás faz para o atacante Felipe – ex-Goiás – que foi parar no Atlético Goianiense. No Goianão’2011, Felipe não jogou nada pelo ACG. Agora, pelo Brasileirão, a cada rodada, Felipe joga cada vez pior.   


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O sabor das derrotas

Perder não significa – apenas – deixar de marcar pontos. As derrotas expõem as fragilidades de uma equipe.

Na final do Goianão’2011, Meu Goiás não perdeu para o Atlético Goianiense. Os dois empates, especialmente o primeiro (quando o Goiás teve chances reais de vencer), acabaram ficando “na conta do azar”.

Veio o início da Série B e o Goiás estreou vencendo o Grêmio Barueri, jogando no Serra Dourada, por contagem mínima. Em campeonato por pontos corridos, o que interessa são as vitórias. O Goiás jogou mal contra o Barueri, mas venceu. Se o time não é bom, mas vence, a “ruindade” fica para se pensar depois.

Mas, acontece que o “depois” chega. E chegou bem rápido: o Goiás saiu para jogar lá em Recife contra o Náutico e perdeu por 1 a 0. O que seria um resultado “normal” (a partida era fora de casa) acabou sendo uma constatação – mais uma vez! – de que o time do Goiás é muito fraco e que o técnico Artur Neto já conseguiu retirar o máximo do elenco que tem disponível: chegar à final do Goianão’2011 já foi uma façanha e tanto!

A gente até poderia relevar, dizendo que o campeonato está ainda no início, que muita coisa ainda está por acontecer, mas – sabemos – que em campeonato longo por pontos corridos, cada partida é uma “final” e, neste jogo contra o Náutico, o Goiás jogou muito mal e perdeu esta “decisão”. Poderíamos contestar a escalação de um ou dois jogadores, mas a verdade é que Artur Neto colocou em campo o que temos de “melhor”, só que este “melhor” é muito ruim.

A primeira cobrança que vem é de que há de se contratar “meio time”, principalmente do meio de campo para frente. No ataque, então, qualquer jogador que vier pega a camisa de titular.

Mas a situação está tão difícil que, mesmo que se pague por jogadores “disponíveis”, muitos não querem vir jogar na Série B, preferindo ficar treinando em separado nos seus clubes.

É...quem mandou cair para a Série B? Agora, aguenta!

Entre os jogadores já começam as divergências: jogadores experientes como Marcão e Carlos Alberto questionam a maneira com que o jovem Felipe Amorim está jogando. Apesar de ser nosso melhor jogador (no Campeonato Goiano’2011), Felipe Amorim tem prendido muito a bola, tentando resolver tudo em jogadas individuais, o que não está tendo resultado – até agora – na série B, chegando a irritar alguns de seus companheiros. Já começam os “bate-bocas” dentro de campo e nos vestiários. Isto não é bom sinal.

Mas, caríssima Leitorcedora Esmeraldina, caríssimo Leitorcedor Esmeraldino, o pior não é estar na Série B, nem ficar fora do G4, nem saber que o nosso time é muito ruim.

Há – ainda – uma coisa pior, muito pior:  o pior de tudo é ver “eles” na nossa frente.

Definitivamente, este foi o pior sabor desta derrota para o Náutico.


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